Mal agradecido

dezembro 8, 2011

Mal agradecido

Mal agradecido. Bem feito. Mania desgraçada que você tem de dar valor ao que tem somente depois perder. Pior é que nem assim você vai aprender. Vai continuar moleque do jeito que é. Usando essa máscara de justo e correto, vai continuar enganando a todos. E a si mesmo. Cada desculpinha que você cria nessa sua cabeça pra justificar as cagadas que faz. Na hora que o bicho pega, essas desculpinhas não são nada convincentes, né? Pois é. Agora chora. Fica aí com a cabeça baixa, sentindo pena de si mesmo, e torcendo para que sintam pena de você também. Deveriam sentir é nojo de você. Faz o que quer sem pensar nas consequências, e ainda quer se sentir a vítima. Ah, mas se tivesse uma moeda para cada vítima que você fez… Mal agradecido. Sempre teve tudo e nunca devolveu nada. Ou quase nada. Oportunidades não faltaram. Poderia ter sido maravilhoso. Era só ter um pouco mais de força de vontade. E maturidade.

E pensar em quantas pessoas não dariam a vida para ter a sorte que você tem. Pra você, parece ser a coisa mais normal do mundo levar a vida que você leva. Sem consequências, sem danos.. Contanto que você saia satisfeito, está tudo certo. Meu Deus! Inacreditável a sua capacidade de não ter a mínima consideração e respeito. Engraçado que você mesmo prega valores de honestidade e fica fulo da vida quando fica sabendo de alguma mentira. Ridículo. Hipócrita. Toma exatamente as mesmas atitudes que tanto condena. Cabeça de moleque. Mesmo depois de todos esses anos, continua cometendo os mesmos erros. Já era pra você ter aprendido a lição. Sinceramente, você é um caso perdido. E escrever esse texto também não está te ajudando em porra nenhuma, né? Bem feito. Mal agradecido.


Pai e Filho – Domingo de Futebol

dezembro 5, 2011

O filho não queria que o domingo acabasse…

Finalmente o filho criou vergonha na cara para cumprir aquela velha promessa do: “pô, esse ano eu vou assistir um jogo no estádio”. Comprou os ingressos com um mês de antecedência, para ele e para o pai. A última e única vez em que foram no estádio juntos foi há mais de 12 anos. Nem lembravam do nome do adversário. Desta vez era especial. Decisão de campeonato, jogando em casa, contra o maior rival da história. Vestiram suas camisas recentemente adquiridas e foram pro estádio. Logo que desceram do metrô, já foram envolvidos pelo clima de decisão. Ambulantes vendendo bebidas, camisas e bandeirões, multidões cantando o hino do clube, o chão tremendo cada vez mais à medida em que se aproximavam do estádio.

Lá dentro, viram as arquibancadas completamente lotadas, mesmo faltando mais de uma hora para o início da partida. Era final de campeonato, e a atmosfera era maravilhosa.

Antes do início da partida, um minuto de silêncio para homenagear o Dr. que falecerá naquela mesma madrugada. O pai emocionado, fez um esforço e conseguiu conter as lágrimas. Já assistira o Dr. brilhar muitas vezes usando a camisa do seu clube.

O juiz deu apito inicial e começou a partida. Tanto pai quanto filho não conheciam nem metade dos cantos da torcida organizada, mas batiam palma e tentavam acompanhar. Era impossível não ser contagiado pelo clima de uma final. Ainda mais no estádio. O filho lembrou das inúmeras vezes em que assistiu o jogo com o pai, sentados no sofá da sala, totalmente apáticos. Mas no estádio era outra história. Cada lance, cada jogada, por mais insignificante que fosse, arrancava berros e pontadas no coração de tanto desespero! “UUUUUUUUUUUUUUUUUHHHHHH!!!!!” gritaram, quando o time quase marcou um gol no finalzinho do primeiro tempo.

O time precisava apenas de um empate para ser campeão. Ainda assim, o adversário não dava o braço a torcer, e assustou inúmeras vezes durante a partida. O pai, a cada lance perdido, resmungava alguma praga sobre o time e/ou o técnico. O filho achou engraçado, mas também se colocou no lugar do pai e imaginou o quanto deveria ser deprimente assistir esses jogos de hoje em dia, depois de ter visto, ao vivo, ídolos como Sócrates, Rivelino e Neto fazerem magia em campo, literalmente.

Quanto mais perto a partida chegava do fim, mais ansiosa ficava a torcida. Foi quando o principal jogador adversário foi expulso. Aí a torcida comemorou como se fosse um gol! O filho gritou “CHUPAAA!”, já o pai foi mais contido e ficou apenas na risada. Quando foram perceber, estavam os dois abraçados, contando os segundos para o final do jogo. E finalmente veio o apito final! Pularam, gritaram, cantaram, comemoraram que nem criancinhas na hora que estouram a “piñata“. Eram campeões!

Ao chegar em casa, o filho ficou lembrando os momentos que teve com o pai na partida. Foram noventa minutos inesquecíveis! Noventa minutos em que nem parecia que os dois tinham um relacionamento frio. Na verdade, mais parecia que um era o filho exemplar, e o outro, o melhor pai do mundo.

O filho não queria que o domingo acabasse...


O Rico: Harry Potter

agosto 15, 2011

O Rico - Harry Potter

Filho: Pai, eu quero estudar na escola do Harry Potter!
O Rico: Meu filho, você não é um mago.
Filho: Claro que sou! Com apenas duas palavras eu consigo qualquer coisa!
O Rico: É mesmo? Quais palavras?
Filho: American Express.

Créditos da imagem: harrypotter.wikia.com


O Rico: Misericórdia

agosto 3, 2011

O Rico - Barack Obama

Obama: Ah, vaaaiii.. por favooooor!!
O Rico: Não!
Obama: Me perdoaaaa! Num custa nada pra você.
O Rico: Não custa mesmo. Mas você precisa aprender a não fazer dívida externa.

Créditos da imagem:
100mim.wordpress.com


O Rico: Segurança no Carro

julho 29, 2011

O Rico - BMW

Amigo: Todos os teus carros são blindados?
O Rico: Não, eles são Transformers.

Para os gringos:

Friend: Are all of your cars armored?
The Rich: No, they are Transformers.

Créditos da imagem: bmwusa.com


O Rico: Amy Winehouse

julho 27, 2011

O Rico: Amy Winehouse

Filho: Pai, será que a Amy vai pro céu?
O Rico: Claro que sim.
Filho: Mas e se Deus não deixar ela entrar?
O Rico: Ele não tem escolha. Vai ter show dela no meu camarote do céu, quando a minha hora chegar.

Para os gringos:

Son: Dad, do you think Amy will go to heaven?
The Rich: I’m sure she will.
Son: But what if God doesn’t let her in?
The Rich: He’s got no choice. She’ll be performing on my cabin when my time comes.

Créditos da imagem: deejayandrezinho.blogspot.com


O Engraçado

julho 26, 2011

O Engraçado - Palhaço

Alguma vez você já parou para se perguntar, afinal de contas, o que é que se passa dentro da cabeça de um engraçado? Antes disso, vamos definir o que é um engraçado. Segundo o dicionário, “engraçado é: que tem graça; aquele que é divertido, cômico”. Mas, na prática, sabemos que não é bem assim. Se pensar direito, existem vários tipos de engraçado, quase sempre são homens, e os mais comuns são os três exemplos abaixo:

1- Engraçado Legítimo: aquele que é inteligente, astuto, tem enorme potencial e é quase sempre bem-humorado. Contudo, ele é preguiçoso e parece que o único momento em que coloca seus neurônios para funcionar é quando precisa formular a próxima piada. Sim, a próxima piada. O Engraçado Legítimo vive e respira pela próxima piada. As piadas geralmente são boas e, quase sempre, fazem ele ser o centro das atenções em qualquer encontro com amigos e colegas. Muitas vezes quando o clima está chato em uma festa, jantar ou qualquer tipo de encontro, é comum pedirem para que ele faça alguma de suas palhaçadas para animar o ambiente. Da mesma forma, é comum ele fazer cu-doce quando pedem tal coisa.

2- Engraçado Wannabe: este é aquele cara chato. É aquele cara que tenta ser engraçado, mas não consegue. Em algum momento de sua vida, suas piadas e palhaçadas deram certo com algumas pessoas que tinham QI compatível com o dele, e ele simplesmente achou que seria assim com todas as outras pessoas que conhecesse. O Engraçado Wannabe tenta desesperadamente ser um Engraçado Legítimo (conforme citado acima), mas não consegue. E nunca conseguirá. É até interessante ver como ele se comporta perto de um Engraçado Legítimo. O Wannabe tenta apropriar-se das piadas do Legítimo, ele inclusive tenta ser mais engraçado que o Legítimo, passando uma imagem forçada e até irritante. O Wannabe não tem noção das situações em que se apresenta e é capaz de praticamente tudo para conseguir atenção.

3- Engraçado Acidental: é aquele cara que não quer ser engraçado, mas é. Simples assim. Certas coisas que ele fala ou faz, que para ele podem ser as coisas mais normais possíveis, para os outros é fruto de gargalhadas históricas, sempre relembradas em reencontros, nos quais, o Acidental continua não entendendo o motivo da graça. Vale citar o quão interessante é observar o Wannabe ao imitar o Acidental. Ele fala ou faz coisas estranhas propositalmente só para ver a reação das pessoas. Muitas vezes ninguém dá risada. Mas quando dá, é ainda mais interessante a cara que ele faz ao fingir que não sabe qual o motivo da graça.

Os três tipos de engraçado acima, principalmente os dois primeiros, tem algo em comum: a insegurança. Em algum momento de suas vidas (muito provavelmente a infância), o Engraçado percebeu que conseguia atenção de uma forma muito menos cansativa do que chorar, berrar e fazer manha. Essa epifania geralmente ocorre em uma daquelas ocasiões em que os pais traziam um monte de amigos em casa, e o jovem Engraçado acabou fazendo ou falando alguma coisa que gerou boas risadas para os convidados. A partir daí, ele processou em sua pequena cabecinha que, enquanto ele entretesse a pessoa a sua frente, ele teria aceitação e até admiração! Daí em diante, toda e qualquer pessoa que ele conhecesse em sua vida, logo no primeiro diálogo, não seria incomum ele já falar alguma piadinha ou comentário cômico. Aliás, na maioria das vezes, esses comentários cômicos são seu cartão de visitas para iniciar qualquer tipo de conversa com uma pessoa desconhecida. É fácil notar que o Engraçado pode levar bastante tempo antes de se sentir completamente à vontade para ter uma conversa mais séria com alguém. São frequentes as vezes em que ele solta alguma piada durante discussões para não se sentir tão intimidado. E se a pessoa não rir do seu comentário, ele se sentirá ainda mais ameaçado.

Essa é a tal insegurança. De não saber como se comportar quando a coisa fica séria. Se você é um Engraçado, sabe exatamente como é isso: não saber o que falar em um velório, ou não saber como aconselhar uma pessoa que precisa muito de um ombro amigo. O humor é a principal (e muitas vezes a única) arma do Engraçado. Ele a usa para se sentir mais a vontade em entrevistas de emprego, nas paqueras de baladas e botecos, até mesmo nas conversas com a turma do futebol. O Engraçado pensa que, se ele não for engraçado, não será aceito, não será notado, e assim, será apenas um espectador. Tendo isso em vista, o Engraçado tem duas escolhas:

- a primeira é evoluir, amadurecer, e perceber que ele tem muito mais a oferecer para o mundo e para as pessoas do que simplesmente alguns comentários engraçados. Ele se torna uma pessoa mais séria, mas não perde o senso de humor. Muito pelo contrário, o humor fica mais apurado, e irá se manifestar apenas na hora certa. Além disso, se ele fizer uma piada e não der certo, ele não irá mais ficar tão abatido.

- a outra escolha que o Engraçado pode fazer é perseguir cada vez mais a aceitação das pessoas com o humor. Com isso, ele corre um grave risco de se tornar um Wannabe (se é que ele já não é um).

E aí? Qual tipo de engraçado você é?

Créditos da imagem: gremioacimadetudo.blogspot.com


O Rico: Quem é Vivo Aparece

julho 25, 2011

O Rico - Quem é vivo aparece

Amigo: Até que enfim você resolveu aparecer. Onde você tava?
O Rico: Fazendo compras.
Amigo: E o que você comprou?
O Rico: Nada. Não consegui encontrar o que eu queria.
Amigo: E o que você queria?
O Rico: Algo que eu não tivesse ainda.
Amigo:
O Rico: Calma, fiquei muito tempo longe. Prometo melhorar.

Para os gringos:

Friend: It’s about time you showed up. Where were you?
The Rich: Shopping.
Friend: And what did you get?
The Rich: Nothing. Couldn’t find what I was looking for.
Friend: And what exactly were you looking for?
The Rich: Something I didn’t already have.
Friend:
The Rich: I was away for a while. I promisse I’ll get better.

Créditos da imagem: pt.spiderpic.com


Nasce uma Estrela

julho 22, 2011

Fazia tempo que não postava alguma coisa no meu blog.. Mas desta vez não podia deixar passar a oportunidade. Nesta semana tive o prazer de conferir a estréia nos palcos do meu querido amigo, e quase irmão, Marcelo Bechert (nome de estrela ele já tem!). Eu inlcusive já fiz um post aqui no blog falando sobre seu Canal no YouTube, que também vale muito a pena conferir. Bom, não vou tomar seu tempo falando sobre o (enorme) talento dele, basta conferir o vídeo abaixo:


O Rico: Lâmpada Mágica

junho 17, 2011

O Rico - Lâmpada Mágica

Filho: Olha pai, uma lâmpada mágica!
O Rico: Esfrega ela!
Filho: Por que?
O Rico: Talvez tenha um gênio dentro que pode realizar qualquer desejo.
Filho: Ah, já tenho você pra isso.

Para os gringos:

Son: Look, daddy, a magic lamp!
The Rich: Rubb it!
Son: What for?
The Rich: Maybe there’s a genie inside that can grant you any wish.
Son: Nah, I already have you for that.

Créditos da imagem: safadopoeta.blogspot.com


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