Amigo: Como você pediu a mão da sua mulher pro pai dela?
O Rico: Não pedi. Ele que ofereceu.
Para os gringos
Friend: How did you get your father-in-law’s blessing when you proposed to your wife?
The Rich: I didn’t. He offered her to me.
Hoje é aniversário de casamento de 32 anos dos meus pais. Uma marca quase impensável hoje em dia. Olho ao redor e às vezes me esqueço da sorte que tive. Já perdi a conta de quantos conhecidos meus têm pais divorciados, ou separados, ou simplesmente os perderam por alguma razão. Meus pais hoje representam uma geração que, apesar de tudo, resiste as adversidades para manter um juramento consagrado no matrimônio: “Até que a morte os separe”.
Ao pensar na força que essas palavras tem, é difícil calcular o quanto uma pessoa precisa amar a outra para assumir um compromisso como esse. Um compromisso que precisa ser assumido por vontade própria, e não por imposição. Se não, qualquer problema um pouco mais sério que aparecer já será motivo para separação, para o divórcio.
Esta mais do que claro que meus pais não têm um relacionamento perfeito. E se existe aí algum casal que tenha, me desculpe, mas só acredito vendo. Já foram tantas discussões, tantas discordâncias e brigas lá em casa, e mesmo assim eles continuam juntos e fortes. É injusto querer que eles sintam toda aquela paixão dos primeiros meses, trinta anos depois. Isso é impossível. Mas eles são mais do que amantes agora. São parceiros para a vida toda. São uma família, com filhos, casa, responsabilidades.
Ninguém melhor do que você mesmo para decidir o que fazer com a sua vida. As decisões que você toma para seu futuro são as mais pessoais possíveis. E dividir essas decisões com uma pessoa é o mais alto nível de intimidade que se pode ter com alguém.
Por isso, quando se escolhe alguém para passar o resto da vida, ela é mais do que o/a homem/mulher dos sonhos. Ela será a parte mais importante da vida. Mais importante até do que a sua. Não por imposição, mas por escolha. E meus pais fizeram a escolha certa. E hoje, eu acredito que eles mais colhem frutos do que arcam com consequências dessa escolha. Estão juntos porquê querem. E ficarão juntos para sempre, até que a morte os separe.
Ao pensar na força que essas palavras tem, é difícil calcular o quanto uma pessoa precisa amar a outra para assumir um compromisso como esse. Um compromisso que precisa ser assumido por vontade própria, e não por imposição. Se não, qualquer problema um pouco mais sério que aparecer já será motivo para separação, para o divórcio.
Esta mais do que claro que meus pais não têm um relacionamento perfeito. E se existe aí algum casal que tenha, me desculpe, mas só acredito vendo. Já foram tantas discussões, tantas discordâncias e brigas lá em casa, e mesmo assim eles continuam juntos e fortes. É injusto querer que eles sintam toda aquela paixão dos primeiros meses, trinta anos depois. Isso é impossível. Mas eles são mais do que amantes agora. São parceiros para a vida toda. São uma família, com filhos, casa, responsabilidades.
Ninguém melhor do que você mesmo para decidir o que fazer com a sua vida. As decisões que você toma para seu futuro são as mais pessoais possíveis. E dividir essas decisões com uma pessoa é o mais alto nível de intimidade que se pode ter com alguém.
Por isso, quando se escolhe alguém para passar o resto da vida, ela é mais do que o/a homem/mulher dos sonhos. Ela será a parte mais importante da vida. Mais importante até do que a sua. Não por imposição, mas por escolha. E meus pais fizeram a escolha certa. E hoje, eu acredito que eles mais colhem frutos do que arcam com consequências dessa escolha. Estão juntos porquê querem. E ficarão juntos para sempre, até que a morte os separe.
Este post é para você, garota/mulher/moça/menina desiludida com o amor. Você, que ainda vive no conto de fadas. Você que acha que o príncipe encantado virá ao seu resgate e lhe dará a vida que sempre sonhou. Para você que ainda está esperando, apesar de ter perdido quase todas as esperanças, e sempre se pergunta: “Por que que eu só escolho os caras errados?”, “Por que os relacionamentos de todo mundo dão certo menos os meus?”, “Cadê meu conto de fadas com final feliz?”, “Por que que eu só me fodo?”.
Sim, este post é para você. Pra dizer pra você não perder as esperanças. Continue dando a cara para bater. Esse é o primeiro passo para encontrar o homem da sua vida. Mas caia na real. Se você quer que seu conto de fadas aconteça, faça-o acontecer. Pense bem: em todos os contos de fada, a mulher tem que fazer uma correira danada para conquistar o príncipe encantado. A Cinderela tava na merda e quase perdeu a vida só pra ter alguns minutinhos com o príncipe; a Pequena Sereia teve que abrir a mão de sua própria voz só pra tentar roubar um beijo do seu prometido; a Branca de Neve quase morreu nas mãos da bruxa pra chamar a atenção do seu amor, sem falar da Bela que teve de domesticar a Fera até esta se transformar no homem ideal.
Se até no conto de fadas o amor é difícil, imagine na vida real! Por isso, não desista. Todas essas desilusões que você está enfrentando servirão para dar um gosto especial quando você finalmente encontrar a sua cara-metade. Cada relacionamento que não dá certo, é um mais próximo que você fica do relacionamento ideal. E você ganha experiência. Você sabe, hoje, muito mais do que sabia ontem. E quando a sua alma-gêmea finalmente aparecer, você saberá lidar melhor com os problemas que com certeza surgirão com ela. Lembre-se: o que faz um relacionamento dar certo, não é simplesmente a paixão linda e maravilhosa dos primeiros encontros, mas sim o quão bem são resolvidos os problemas que aparecem depois dessa fase. Para isso, as duas partes devem estar dispostas a ceder igualmente uma pela outra. E o mais importante: Os dois são livres para fazer o que quiserem, onde quiserem e com quem quiserem. E o que cada um decide fazer com essa liberdade é justamente o que definirá se esse relacionamento dará certo ou não.
O Dia Internacional da Mulher representa a conquista da igualdade entre os sexos. A independência financeira perante ao homem. A luta por uma antes subordinada criatura que se via injustiçada em inúmeros aspectos e a conquista por direitos e liberdades que, antes, eram usufruídos apenas por seres do sexo masculino. Por esses animais mal-educados, orgulhosos e arrogantes que consideram a mulher física e intelectualmente inferior.
Não preciso entrar na discussão de que a mulher já é – e sempre foi – capaz de rivalizar com o homem de igual para igual em todos os quesitos. Todos… exceto um: relacionamentos.
Há tempos tenho ouvido mulheres reclamarem do tratamento que recebem de seus respectivos amantes, casos, ficantes, namorados, noivos, maridos, peguetes, paqueras, etc. Reclamam sobre como muitos deles não são cavalheiros, não dão bola, não pagam a conta, não abrem a porta do carro, inventam desculpas, não compram presentes, não falam “te amo”, não correm atrás, não ligam, não lhes dão preferência, não sonham com elas, não são sinceros, não respeitam, enfim… É uma lista enorme de reclamações que, se deixar, posso me estender por horas só para escrever um terço delas.
Muitas mulheres dizem que o homem tem certas “obrigações” quando o assunto é “relacionamentos”. Obrigações e atitudes que, se o homem não estiver disposto a fazer, significam que ele não é o “cara certo”. Tomar a iniciativa, ligar no dia seguinte, pagar as contas, pedir em casamento, entre outras. Todas, absolutamente todas, pregadas por um sistema de tradições e clichês conservadores e, surpreendentemente, machistas! Tudo o que a maioria das mulheres espera de um homem é completamente contra tudo o que a mulher tem lutado nos últimos séculos! A liberdade de fazer o que quiser, quando,onde e com quem quiser.
A mulher de hoje já é auto-suficiente, já pode cuidar de si e pagar suas próprias contas. Certamente também é capaz de escolher seu parceiro. Porém, ainda são poucas as mulheres que tem coragem de tomar a iniciativa. É! Aquela primeira iniciativa que quase sempre cabe ao homem. Muitas delas (provavelmente você também), no máximo, dão a entender que estão interessadas, mas não movem um dedo antes que o homem manifeste verbalmente (ou fisicamente) o seu interesse. Pensam que “se ele não vier atrás, quer dizer que ele não me quer”, e “se quiser e mesmo assim não vier, é sinal de que é inseguro”. Ou seja, se os homens também pensarem isso sobre as mulheres, em 99% dos casos irão pensar que as mulheres não os querem. “Nada a ver! Quem tem que tomar a iniciativa é o homem!” Por que? “Porquê sim. Porquê sempre foi assim. É tradição.” Interessante.
Se a maioria das mulheres pensa assim, isso implica dizer que, pelo menos no quesito “relacionamentos”, a mulher ainda é (por auto-intitulação) dependente do homem. “Mas se eu tomar uma iniciativa, ele vai pensar que eu sou vulgar (para não citar outros adjetivos mais sujos)”.
CORREÇÃO: “ELAS vão pensar que você é vulgar”. Elas, que não tem coragem de tomar a iniciativa. Elas que morrem de inveja quando as “outras” vão atrás do homem que querem. Elas, sim, ELAS! Elas que tem medo da mudança, dos tempos modernos. São elas que irão pensar que você é vulgar. Elas que, finalmente com os direitos iguais conquistados, talvez até prefiram não ter.
Enfim, creio que deu pra entender que a postura machista nem sempre é aplicada apenas aos homens. Eu, pessoalmente, adoro quando uma mulher tenta algo comigo. E se for bom, com certeza darei continuidade para, quem sabe, evoluir para algo mais sério. Por que não? As mulheres fazem isso toda hora com os homens que tomam a iniciativa com elas. E nem por isso os consideram vulgares.
Se tudo que as mulheres querem é igualdade, os homens também.
Tenham todas um Feliz Dia da Mulher!