Campo é terceiro colocado no Juca

junho 7, 2010

Atlética Cásper Líbero

Equipe cai diante da FAAP na semi, após golear a ECA por 6×0

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

Não foi o Juca que todos esperavam, mas nem por isso deixou de ser inesquecível. Nunca, na história da modalidade, a Cásper fez tantos gols em apenas uma partida. Nunca se viu tanta garra e determinação dos atletas casperianos. E nunca se viu tanta fúria ao final de uma partida.

Quartas de final: Cásper x ECA
Com a derrota na Liga Paulista ainda engasgada, a ECA queria dar o troco nos guerreiros casperianos. Do outro lado, o técnico Ladá não queria saber de pressão do adversário. O comandante armou sua equipe de tal forma que envolveu os comunicólogos da USP em uma goleada histórica. Munido por Guiga (17), um dos melhores em campo, e Cenoura (18), o artilheiro Vitor (22) registrou seu primeiro “hat-trick” pela Cásper, firmando-se como o principal goleador da equipe em 2010. Vina (8), de cabeça, e Cenoura (17) guardaram mais dois golaços para a equipe da Paulista, que ainda teve uma ajudinha da ECA (gol contra do zagueiro Tropeço) para completar o placar elástico de 6×0.

Protegido pelo quarteto de zaga formado por Kalil, Jonas, Conilho e Rômulo, o arqueiro Denzel teve pouquíssimo trabalho no duelo, mas mostrou segurança sempre que acionado. No meio, Paulão (que entrou no lugar do machucado Espiga), ajudou o meio de campo a anular armação das jogadas ecanas. À sua frente, Murilo Lindo se revelou o mais novo cão de guarda da Cásper. O pequeno volante (conhecido por suas bufadas) mostrou que o leão da ECA se transforma em um gato mansinho à sua frente. Tácio (9) e Pikachu (69) entraram na etapa final e desperdiçaram boas chances de ampliar o marcador. O segundo foi parado com falta dentro da área, não marcada pelo juiz. Pedroso, Brunella e Zico também entraram e justificaram a boa fase.

Semifinal: Cásper x FAAP
Antes do início da partida, dois problemas: Guiga, sem documentação, e Espiga, machucado, não podiam sair jogando. Zico (20), apontado por muitos como grande revelação do time, teve sua primeira chance como titular. Negão (13) entrou para fechar o meio de campo. O resto da escalação era a mesma da partida anterior.

No primeiro tempo, a Cásper criou poucas oportunidades de gol. A boa marcação da FAAP não dava boas condições de finalização aos atacantes Vitor e Cenoura. Em alguns contra-ataques, os mauricinhos até chegaram a assustar a meta de Denzel, mas nada com muito perigo. Na segunda etapa, Guiga entrou no lugar de Vina e deu mais fluência ao ataque casperiano. Kalil chegou perto de abrir o marcador, mas foi parado pelo arqueiro adversário. O jogo parecia caminhar para as penalidades quando a FAAP finalmente conseguiu dar o troco pela derrota de 2009. O atacante mauricinho, impedido, aproveitou o rebote de um escanteio do outro lado do campo e fez o único gol da partida, até então, dominada pelos casperianos. Os guerreiro da Paulista reclamaram da posição irregular do centro-avante adversário criando um atrito perigoso na partida. Em um lance duvidoso, que gerou uma grande confusão, o árbitro expulsou um atleta de cada equipe. Chocolate entrou no finalzinho para tentar o gol de empate, mas já era tarde demais.

A Cásper encerrou sua campanha no Juca 2010 em terceiro lugar e volta para SP com a missão de salvar o ano, bastante promissor na Liga Paulista, onde tem 100% de aproveitamento após duas partidas.

“O elenco inteiro está de parabéns. Dá um prazer do caralho ver o time se doando tanto. Amo trabalhar aqui e ainda vou conquistar o Juca pela Cásper” afirmou o técnico Ladá.

Colaborou: Tomás El Ponei


O Juca dos Injustos

junho 2, 2010

Atlética Cásper Líbero

Injusto é treinar desde Agosto do ano anterior para uma competição que dura apenas quatro dias. Quatro dias para apenas três jogos. Três jogos que podem nem ser três, no caso de uma eliminação precoce.

Injusto é sacrificar tanto. Perder tanta coisa ao longo de um ano por apenas quatro dias. Quatro dias que poderiam ser aproveitados de muitas outras maneiras. Quatro dias que irão passar num piscar de olhos. E logo se tornarão mais um ano interminável até o próximo Corpus Christi. Tudo por causa desse Juca.

É por causa do Juca que você, atleta, não vai mais escapar da DP. É por causa do Juca que o teu namoro está caindo aos pedaços. É por causa do Juca que muitos dos teus amigos te odeiam por não ter mais tempo pra eles. É por causa do Juca que você passa a semana inteira com sono no trabalho. É por causa desse maldito Juca que o teu ombro, costas, cotovelo, pulso, joelho, tornozelo e canela estão cheios de marcas e dores insuportáveis.

Injusto é ser casperiano. Maldita foi a tua escolha de faculdade na hora de prestar o vestibular. Injusto é esse vício que você tem de contar as horas até o próximo treino. E os dias até o próximo jogo. É essa ansiedade desgraçada que não te deixa dormir direito. Essa adrenalina irritante que te faz tremer toda vez que alguém menciona essa sigla maldita: JUCA

Nunca na vida você foi tão injustiçado. Nunca sofreu tanto nem ficou tão desgastado. E o maior culpado disso é você, atleta. Você que não houve seus pais quando eles reclamam dos horários dos treinos. Você que gasta todo seu salário em gasolina para jogar nos fins de semana na casa do chapéu. Você que teima em acreditar que voltará pra casa com um pedaço de metal pendurado no pescoço. Você é o mais injusto de todos nessa história. Injusto consigo mesmo.

E agora, caro atleta, você tem quatro dias para acertar as contas. Você e esse grupo de desesperados que dividem as mesmas lágrimas, as mesmas dores, as mesmas angústias e o mesmo sangue.. vocês têm míseros quatro dias para fazer todo esse sacrifício valer a pena. Sim, atleta. Você está dentro do seleto grupo que pode mudar a história de um ano inteiro e torná-lo inesquecível em apenas quatro dias.

Agora, pergunte-se: quanta gente pode se dar o mesmo luxo?

Injusto, não?

Portanto, atleta, faça justiça neste Juca:
Pelos que acreditam em você,
Pelos que sofrem como você,
E, principalmente, por você.

Duda Mendonza
Maldito e Injusto

Injusto é treinar desde Agosto do ano anterior para uma competição que dura apenas quatro dias. Quatro dias para apenas três jogos. Três jogos que podem nem ser três, no caso de uma eliminação precoce.

Injusto é sacrificar tanto. Perder tanta coisa ao longo de um ano por apenas quatro dias. Quatro dias que poderiam ser aproveitados de muitas outras maneiras. Quatro dias que irão passar num piscar de olhos. E logo se tornarão mais um ano interminável até o próximo Corpus Christi. Tudo por causa desse Juca.

É por causa do Juca que você, atleta, não vai mais escapar da DP. É por causa do Juca que o teu namoro está caindo aos pedaços. É por causa do Juca que muitos dos teus amigos te odeiam por não ter mais tempo pra eles. É por causa do Juca que você passa a semana inteira com sono no trabalho. É por causa desse maldito Juca que o teu ombro, costas, cotovelo, pulso, joelho, tornozelo e canela estão cheios de marcas e dores insuportáveis.

Injusto é ser casperiano. Maldita foi a tua escolha de faculdade na hora de prestar o vestibular. Injusto é esse vício que você tem de contar as horas até o próximo treino. E os dias até o próximo jogo. É essa ansiedade desgraçada que não te deixa dormir direito. Essa adrenalina irritante que te faz tremer toda vez que alguém menciona essa sigla maldita: JUCA

Nunca na vida você foi tão injustiçado. Nunca sofreu tanto nem ficou tão desgastado. E o maior culpado disso é você, atleta. Você que não houve seus pais quando eles reclamam dos horários dos treinos. Você que gasta todo seu salário em gasolina para jogar nos fins de semana na casa do chapéu. Você que teima em acreditar que voltará pra casa com um pedaço de metal pendurado no pescoço. Você é o mais injusto de todos nessa história. Injusto consigo mesmo.

E agora, caro atleta, você tem quatro dias para acertar as contas. Você e esse grupo de desesperados que dividem as mesmas lágrimas, as mesmas dores, as mesmas angústias e o mesmo sangue.. vocês têm míseros quatro dias para fazer todo esse sacrifício valer a pena. Sim, atleta. Você está dentro do seleto grupo que pode mudar a história de um ano inteiro e torná-lo inesquecível em apenas quatro dias.

Agora, pergunte-se: quanta gente pode se dar o mesmo luxo?

Injusto, não?

Portanto, atleta, faça justiça neste Juca:

Pelos que acreditam em você,

Pelos que sofrem como você,

E, principalmente, por você.

Duda Mendonza

Maldito e Injusto


Andaluzia vence Bolander na estréia: 10×2

abril 6, 2010

Andaluzia Fútbol y Temaki

Elenco renovado mostra seu poder de fogo, apesar da falta de entrosamento

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

Na noite desta última segunda-feira, a única equipe espanhola da Cásper Líbero tinha um grande desafio pela frente: arrecadar dinheiro para comprar um uniforme. Mas antes disso, se viu ameaçada por um estreante (e perigoso) Bolander, com jogadores habilidosos e cheios de vontade. Os andaluzes, reforçados por estrelas renomadas como El Cuervo (vulgo: Sem Coxa), El Demônio, Chico Maravilha, Diego e o ilustre Ladá, tiveram que suar a camisa para conquistar a vitória, na qual brilhou a estrela do talismã oriental Pikachu.

Comemoração de Pikachu

O Zogo

Iniciando a partida com os fundadores: Espiga, Mailão e Pikachu, e os estreantes Cuervo e Diego, o Andaluzia demorou a se encontrar em quadra. Embora controlasse a maior parte da posse de bola, não conseguia acertar nas finalizações. El Cuervo teve bastante trabalho na primeira etapa, em diversos contra-ataques bolandeiros, mas justificou o valor altíssimo de sua contratação, com ótimas defesas, para inveja de Nill.

Os espanhóis começaram a melhorar com a entrada de Ladá na partida. Bastaram alguns toques na bola para a torcida perceber que começava a surgir um novo ídolo na província andaluz. Com excelência, o professor do Futebol de Campo casperiano atraiu toda a marcação para si, deixando Pikachu com o caminho aberto para acertar um petardo do meio da rua. O gol deu novo ânimo à equipe, e os andaluzes foram para cima. Dentre os estreantes, um destaque. Questionado por integrar a equipe que já havia estourado a cota de vagas para descendentes afro-latinos, ele não tomou conhecimento do forte poder defensivo adversário e justificou por que merece ser titular na equipe. Com dois gols de pura maestria, o mulatinho nervoso carimbou seu nome na artilharia da equipe logo na estréia, embalado pelos gritos ensurdecedores da torcida: “EL DEMONIO EL DEMONIO EL DEMONIOOO!”

Ainda na primeira etapa, Diego também provou que está na briga por um lugar na equipe anotando duas vezes. Enquanto Mailão segurava as investidas dos ambiciosos bolandeiros, Espiga e (finalmente) Kalil (vulgo: El Ponei) ampliaram para o Andaluzia.

Na etapa final, foi a vez de Pikachu demonstrar ao técnico que também merece uma vaga. Acertou mais uma bomba, indefensável para o arqueiro do Bolander, e comemorou com gestos indicando o formato de um Temaki. Ainda insatisfeito, mostrou ter faro de gol ao se livrar da marcação do competente defensor adversário e completar seu “Hat-Trick” com um toque de classe na saída do goleiro. Os bolandeiros ainda esboçaram uma reação ao anotar duas vezes no gol de Nill (que substituíra El Cuervo na segunda etapa).

Faltava apenas o tento de Ladá que teimava em sair, hora por infelicidade do matador, hora por competência do guarda-metas bolandeiro. Mesmo assim, o vocalista do Skank não desanimou e, em jogada individual, entortou dois zagueiros antes de acertar um belo arremate cruzado, sem chance para o goleiro.

Ficou devendo
Com atuação tímida, Chico Maravilha reconheceu que deve mostrar um melhor futebol para se firmar na equipe. O jovem estreante que, há poucos dias, não havia assinado com uma equipe casperiana, acertou bons passes e não comprometeu enquanto esteve dentro de quadra. Contudo, dirigentes e torcida acreditam que ele tem potencial para ser mais decisivo. “Num fala assim” respondeu o tímido atleta.

Resenha
Mesmo sem poder usufruir das regalias do patrocinador (ainda), Diego, El Ponei e Espiga foram comemorar a vitória desfrutando o sabor do novo símbolo da torcida andaluz: um Temaki. Os atletas tiveram a companhia da mais nova “andaluzeta”, Giovanna, que se demonstrou super empolgada por ingressar no seleto grupo de “cheer-leaders” espanholas.

Colaboraram: Lima e Tomy’s
Confira a matéria na íntegra no site da Atlética Jesse Owens.


Futsal Masculino Estréia na Liga Paulista

março 25, 2010

Jesse Owens

A UFSCAR será o primeiro teste para a equipe, agora sob o comando do técnico Dalton

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

Com a equipe ainda indefinida para a estréia na Liga Paulista Universitária, Dalton tem a primeira oportunidade de observar seu novo elenco em ação. Os casperianos realizarão nesta quinta-feira o último treino antes do início da competição. “Ainda é preciso ver quais os atletas da seletiva que, de fato, tem condições de permanecer no time deste ano. Poderão haver cortes inclusive no elenco atual.” afirma o comandante.

As palavras do professor servem de aviso para que os jogadores que vêm jogando desde o ano passado não se acomodarem na situação atual. Mais de quinze atletas foram pré-aprovados na peneira realizada semanas atrás e todos eles possuem condições de defender o manto vermelho.

O jogo

Como de costume, os casperianos irão se aventurar nas proximidades da fronteira com o Uruguay (quadra da Santa Casa) para defender sua amada faculdade. A equipe jogará contra a forte UFSCAR que, em 2009, ficou apenas dois pontos atrás da Gazeta na classificação geral da modalidade. No último encontro, os casperianos conseguiram uma vitória suada que, infelizmente, não foi suficiente para garantir a classificação para a divisão principal deste ano. A Cásper, que teve campanha surpreendente ao chegar à finalíssima da Série Ouro no primeiro semestre do ano passado, espera repetir a dose nesta temporada e chegar com ótimas condições no Juca 2010. “Nunca tive tanta saudades de vestir o manto vermelho!” afirma o fixo Guiga, demonstrando sua ansiedade pelo confronto.

INFORMAÇÕES

Cásper Líbero x UFSCAR
Local: Santa Casa
Data: Domingo – 28/03
Horário: 13h00

Leia a matéria no site da Atlética.


Cásper Vence Clássico Contra a Metô: 2×1

outubro 22, 2009

Jesse Owens

Jesse Owens

Mesmo com campo em péssimas condições, equipe consegue a virada no final e segue viva na Liga Paulista

 

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

Antes da partida, corriam boatos sobre a não realização da mesma. Com um lago em cada metade do campo, a organização do torneio ameaçou adiar o clássico do Juca por não haver condições de jogo. As faculdades se reuniram e, em acordo verbal, afirmaram querer jogar mesmo assim. Tanto jogadores quanto torcida não queriam perder a viagem.

Cásper e Metô entraram em campo carregadas de motivação para a vitória. Pudera: ambas estão em situação delicada na tabela da Liga Paulista e correm o risco de não se classificar à fase decisiva da competição. O resultado da partida decidiria o futuro de ambas na competição. Como se isso fosse pouco, vale ressaltar que o encontro entre as duas é sempre um clássico cheio de rivalidade. Em 2007, a Metodista eliminou o Exército Vermelho na semifinal do Juca. No ano seguinte, os Reds conseguiram dar o troco em uma rodada da mesma Liga Paulista. Finalmente, o tira teima havia chegado.

O técnico Ademir, sem Guto, Vitor, Negão e Piu, improvisou Alex na lateral esquerda e colocou Vina, Brunella e Tácio na escalação titular. Junto a eles figuravam: Mineiro, Kalil, Jonão, Cauê, Guiga, Espiga e Cenoura. Do outro lado, os laranjas apostavam na rapidez do atacante Villa, a dupla de zaga “pesadinha” e, claro, o goleiro Nhônho.

A juíza deu o apito inicial e começou a patinação. Tamanha era a dificuldade para os atletas conseguirem se equilibrar na lama que o primeiro tempo passou com pouquíssimas oportunidades de gol. Em tentativa de cruzamento, Espiga acertou o travessão. Cenoura, com sua perigosa cabeçada quase anotou também. Do outro lado, os laranjeiros pressionavam em bolas paradas e quase chegaram ao gol, não fosse as defesas milagrosas de Mineiro. Quando as duas equipes já pareciam se conformar com o empate na primeira etapa, a Metô surpreendeu a defesa casperiana e achou um golzinho – impedido – para abrir o placar em jogada de bola parada.

Mais uma vez a Cásper se via atrás no placar. A derrota significava o “adeus” à Liga Paulista 2009. Isso finalmente fez o time acordar. Pode não ter sido a mesma vontade do Juca, mas já é um começo: o suficiente para conseguir a virada.

Ademir ordenou seus atletas a pressionarem a saída de bola adversária, além de utilizar mais as laterais (em condições “menos piores” que o resto do campo). A tática deu certo: uma triangulação entre Kalil, Espiga e Cenoura burlou a zaga pesadinha e o mesmo Espiga ficou livre para marcar: 1×1. A virada quase veio no lance seguinte, quando o meia Guiga chutou de longa distância e o goleiro Nhônho se atrapalhou, mandando a bola para a trave.

Já nos acréscimos, Jonão – que até então, batia todos os tiros de meta – foi para o meio brigar pelas cabeçadas, deixando o lugar para Gué entrar na zaga e cuidar das investidas de David Villa.
O empate enfureceu os metodistas, e os mesmos começaram exagerar na força das divididas. Infelizmente, a juíza fazia apenas vista grossa. No máximo um amarelinho aqui e ali, mas nada de expulsões. O primeiro cartão vermelho viria apenas após a virada casperiana. E que virada! O guerreiro Guiga ganhou dividida na intermediária e deu passe milimétrico para Espiga. O camisa 14 chutou do jeito que a bola veio e se beneficiou do mal posicionamento de Nhônho. A ensurdecedora Agüente foi ao delírio, para desespero e desilusão dos metodistas. Lampejo da garra do Juca ou não, pouco importava. Os casperianos comemoraram como se fosse o título.

Depois disso bastava à Cásper administrar o resultado e aguardar o apito final, que, por sinal, veio antes da hora. Vina tomou o segundo amarelo e foi expulso. O tumulto iniciou uma confusão que fez a juíza encerrar a partida para evitar maiores problemas.

O resultado de 2×1 dá três valiosos pontos aos casperianos e, quem sabe, esperanças para a classificação.

Colaborou: Paulo


Cásper segura bixo-papão da Liga Paulista

setembro 24, 2009

Equipe poderia até sair vitoriosa com gol de Vina, mas cedeu o empate por 1×1

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

Na tarde deste último domingo, a equipe de Futebol de Campo enfrentou a forte equipe da Fefisa. Famosa por apresentar elencos de altíssima qualidade em qualquer modalidade e ter presença massiva de representantes na seleção da Liga Paulista, a Fefisa se viu barrada por uma Casper Líbero que começa a resgatar o espírito da equipe campeã do Juca deste ano.

Desfalcado por Cauê e Espiga, o Exército Vermelho se fechou em seu campo de defesa, prevendo as perigosas investidas da Fefisa. A tática de do técnico Ademir parecia estar dando certo no primeiro tempo e a Cásper abriu o placar em chute despretensioso de Vina. O volante (vulgo: Colete) viu o “morrinho artilheiro” livre de marcação e acertou um belo passe, na medida, para que a superfície irregular do campo da Vila São José se encarregasse de surpreender o arqueiro do ABC no contra-pé: 1×0.

A linha de três volantes composta por Negão, Piu e o próprio Vina, conseguiu segurar o ataque adversário até os 30 minutos da primeira etapa. Foi quando Guiga, erroneamente, recebeu o segundo amarelo na partida e foi para o vestiário, deixando os Reds com apenas 10 homens em campo.

Prevendo o pior, Nego Lui se levantou do banco e começou a provocar o atacante Ariel, na tentativa de eliminar a vantagem numérica adversária. Deu certo. O bate-boca dos dois foi percebido pelo bandeira, que prontamente indicou a expulsão de ambos ao juíz da partida.

Novamente com igualdade numérica, a Cásper só dependia de si para segurar o placar até o apito final. Mas antes mesmo do fim da primeira etapa a Fefisa chegou ao empate com um rápido contra-ataque pela esquerda.

No segundo tempo, a Cásper manteve a mesma postura defensiva e nenhuma das equipes conseguiu levar perigo às metas. Final: 1×1.

Resenha Pós-Jogo

Após o apito final, Negão pôde matar sua fome de gol. Contudo, ao invés de guardar uma bola nas redes, guardou o bom e velho espaguete de sua tia “Dona Negona”, que não lhe cobrou o pagamento pela refeição. O capitão Piu decidiu entrar na brincadeira também e conseguiu, assim como o artilheiro do Zimbabwe, filar uma bóia isento de cobrança (mas a sua era uma lasanha).

Já que o assunto era pechinchar, o pescador Vítor, em mais uma de suas famosas fábulas, contou sobre seu poder de persuasão para comer outros tipo de comida sem gastar um centavo sequer. Para finalizar, o prof. Ademir, com seus gritos ensurdecedores a cada gol do Grêmio, traumatizou as jovens criaturas que se aglomeravam nos arredores da Vila São José.

A equipe da Paulista entra em campo novamente no próximo domingo, dia 27/09, contra a FECAP. A partida será realizada na mesma Vila São José, às 13h00.

Colaboraram: Paulo e Gué


Nos pênaltis, Andaluzia vence o MB

agosto 14, 2009

Empate a 15 segundos do final e dois sustos nos pênaltis. Mas deu Andaluzia

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

Andaluzia FC

Andaluzia FC

Nem os maiores profetas da história teriam previsto uma partida como essa. Quem imaginava um jogo truncado com dois times acuados e com medo de arriscar, errou feio. O Marios Brothers chegou a ter dois match points na partida, mas desperdiçou as oportunidades. A falta de pontaria também era evidente do outro lado. O Andaluzia chegou inúmeras vezes com perigo no gol de Luigi e foi infeliz na maioria das finalizações.

A equipe do velho continente, visivelmente desfalcada, se viu obrigada a fazer uma contratação às pressas, devido à ausência de seus dois arqueiros: Nill e Bibi (ainda não se sabe qual dos dois é o titular), além de Negão, Cenoura, Kalil, Flor e Espiga, que também desfalcaram o time. O nome apontado para salvar os andaluzes do W.O. foi Fábio K. Odonne. Afastado das quadras desde 2007 (quando defendia o antigo Bobiô), o jovem quarto-anista completou o elenco que contava apenas com Guto, Pikachu, Mailão e o capitão Justin. Do outro lado, o Marios Brothers começou com Luigi no gol, Yoshi, Mario, Bowser e Toad.

O jogo
Sem goleiro, o Andaluzia saiu jogando com Guto na posição de gol-linha (função que já havia feito com eficiência em 2008) e conseguiu segurar as investidas do adversário na etapa inicial, fechando o placar em 2×1 no apito do intervalo.

Ao retornar, o que se viu foi uma sequência surpreendente de chances perdidas que deram força ao Marios Brothers virarem a partida para 2×4. Os andaluzes não quiseram ficar pra trás e, em poucos minutos, devolveram a virada quando faltavam apenas cinco minutos de jogo: 5×4. Mas quem entende de futsal sabe que cinco minutos é tempo de sobra para uma reação. Os protagonistas da Nintendo foram atrás e conseguiram nova virada pra cima dos europeus (5×6) e sentiram a vitória mais perto. Quase que no lance seguinte, Guto se encarregou de acabar com a festa adversária e empatou a partida: 6×6

Naquele ponto, ninguém se arriscava a dizer “vai dar pênaltis”. O ritmo de jogo era tão alucinante que qualquer ataque representava perigo ao gol adversário. E foi o que aconteceu. Yoshi aproveitou um dos inúmeros descuidos da defesa andaluz e anotou, a 15 segundos do fim, o gol que daria a vitória e a classificação inédita para o MB. Contudo, la pasión y la voluntad de Andaluzia se manifestou nas pernas do capitão Justin, que não desperdiçou a última chance do jogo com sua canhota dourada: 7×7 e decisão nos pênaltis.

Pênaltis
O confronto reservava ainda mais fortes emoções para os pobres corações andaluzes. Guto e Pikachu desperdiçaram suas cobranças (em uma disputa de melhor-de-três) e bastava que Bowser anotasse para o MB para acabar com as esperanças do único representante europeu da Copa Gérson. O arqueiro Guto, cada vez mais titular da posição, salvou o time com uma linda defesa. Na sequência, Justin não perdoou e Toad acertou a trave em seguida, deixando o placar empatado após a última cobrança.

Hora das cobranças alternadas: Mailão deu um passo à frente e, com a garra tradicional, converteu sua cobrança, comemorando euforicamente. Novamente as esperanças caíram nas mãos de Guto, mas foi seu pé, em um reflexo incrível, que defendeu a cobrança de Mario e colocou o Andaluzia nas quartas-de-final da Copa Gérson.

“Hoje é um dia histórico para o Andaluzia. Lutamos até o final e conseguimos atingir nosso objetivo que era a classificação” comemorou Mailão. O resultado coloca os europeus entre as oito melhores equipes da competição, o que significa uma vaga garantida na 1ª Divisão da Mané Garrincha (caso o formato de 2007 seja mantido). Os andaluzes devem enfrentar o Abaporu ou o Coisa Linda no próximo confronto.

Colaborou: Bruno Bernardo e Rodrigo Nhan

Fonte: Atlética Jesse Owens