O Rico: Xaveco

maio 24, 2011

O Rico - Xaveco

O Rico: Qual o seu nome?
Moça: Giselle.
O Rico: Você é modelo ou atriz?
Moça: Faço desfiles e alguns filmes e comerciais. Também poso para algumas revistas.
O Rico: É liberal na cama?
Moça: Se rolar um clima, por que não?
O Rico: Já tem uma pretensão de pensão em caso de divórcio?
Moça: Eu jamais me divorciaria de você.
O Rico: Fala logo um número.
Moça: Duzentos milhões por mês está ótimo.
O Rico: Só? Tá me chamando de pobre? Sai da minha frente!

Créditos da imagem: guiadicas.net


O Rico: Divórcio

maio 12, 2011

O Rico - Divórcio

Ex-esposa: Consegui ficar com o iate, a limusine, o castelo em Londres, a fábrica de chocolates na Suíça, um helicóptero e uma árvore de dinheiro.
Amiga: Caramba!
Ex-esposa: Pois é. Meu advogado só conseguiu 1% de tudo o que meu ex-marido me deu de presente desde o casamento.

Para os gringos:

Ex-wife: I got the yacht, the limo, the castle in London, the chocolate factory in Switzerland, the helicopter and a money tree.
Girlfriend:
Wow!
Ex-wife: Yeah, my lawyer couldn’t get more than 1% of everything The Rich gave as gifts since we got married.

Créditos da imagem: intrometendo.com


Até que a morte os separe

março 25, 2011

Casamento

Hoje é aniversário de casamento de 32 anos dos meus pais. Uma marca quase impensável hoje em dia. Olho ao redor e às vezes me esqueço da sorte que tive. Já perdi a conta de quantos conhecidos meus têm pais divorciados, ou separados, ou simplesmente os perderam por alguma razão. Meus pais hoje representam uma geração que, apesar de tudo, resiste as adversidades para manter um juramento consagrado no matrimônio: “Até que a morte os separe”.

Ao pensar na força que essas palavras tem, é difícil calcular o quanto uma pessoa precisa amar a outra para assumir um compromisso como esse. Um compromisso que precisa ser assumido por vontade própria, e não por imposição. Se não, qualquer problema um pouco mais sério que aparecer já será motivo para separação, para o divórcio.

Esta mais do que claro que meus pais não têm um relacionamento perfeito. E se existe aí algum casal que tenha, me desculpe, mas só acredito vendo. Já foram tantas discussões, tantas discordâncias e brigas lá em casa, e mesmo assim eles continuam juntos e fortes. É injusto querer que eles sintam toda aquela paixão dos primeiros meses, trinta anos depois. Isso é impossível. Mas eles são mais do que amantes agora. São parceiros para a vida toda. São uma família, com filhos, casa, responsabilidades.
Ninguém melhor do que você mesmo para decidir o que fazer com a sua vida. As decisões que você toma para seu futuro são as mais pessoais possíveis. E dividir essas decisões com uma pessoa é o mais alto nível de intimidade que se pode ter com alguém.

Por isso, quando se escolhe alguém para passar o resto da vida, ela é mais do que o/a homem/mulher dos sonhos. Ela será a parte mais importante da vida. Mais importante até do que a sua. Não por imposição, mas por escolha. E meus pais fizeram a escolha certa. E hoje, eu acredito que eles mais colhem frutos do que arcam com consequências dessa escolha. Estão juntos porquê querem. E ficarão juntos para sempre, até que a morte os separe.

Hoje é aniversário de casamento de 32 anos dos meus pais. Uma marca quase impensável hoje em dia. Olho ao redor e às vezes me esqueço da sorte que tive. Já perdi a conta de quantos conhecidos meus têm pais divorciados, ou separados, ou simplesmente os perderam por alguma razão. Meus pais hoje representam uma geração que, apesar de tudo, resiste as adversidades para manter um juramento consagrado no matrimônio: “Até que a morte os separe”.

Ao pensar na força que essas palavras tem, é difícil calcular o quanto uma pessoa precisa amar a outra para assumir um compromisso como esse. Um compromisso que precisa ser assumido por vontade própria, e não por imposição. Se não, qualquer problema um pouco mais sério que aparecer já será motivo para separação, para o divórcio.

Esta mais do que claro que meus pais não têm um relacionamento perfeito. E se existe aí algum casal que tenha, me desculpe, mas só acredito vendo. Já foram tantas discussões, tantas discordâncias e brigas lá em casa, e mesmo assim eles continuam juntos e fortes. É injusto querer que eles sintam toda aquela paixão dos primeiros meses, trinta anos depois. Isso é impossível. Mas eles são mais do que amantes agora. São parceiros para a vida toda. São uma família, com filhos, casa, responsabilidades.
Ninguém melhor do que você mesmo para decidir o que fazer com a sua vida. As decisões que você toma para seu futuro são as mais pessoais possíveis. E dividir essas decisões com uma pessoa é o mais alto nível de intimidade que se pode ter com alguém.

Por isso, quando se escolhe alguém para passar o resto da vida, ela é mais do que o/a homem/mulher dos sonhos. Ela será a parte mais importante da vida. Mais importante até do que a sua. Não por imposição, mas por escolha. E meus pais fizeram a escolha certa. E hoje, eu acredito que eles mais colhem frutos do que arcam com consequências dessa escolha. Estão juntos porquê querem. E ficarão juntos para sempre, até que a morte os separe.