Andaluzia perde, mas ainda sonha

maio 24, 2010

Andaluzia FC

Equipe deixa escapar classificação nos Jogos da Cidade e vê chances de classificação mais longe

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

Neste último domingo, 23/05, o Andaluzia tinha a difícil missão de vencer o Vila Mariana F.A. e praticamente garantir a classificação para a próxima fase. O que se viu, entretanto, foi um Andaluzia cansado e envolvido pela forte disciplina tática do adversário.

O Jogo
Os europeus saíram com Nill, Mailão, Espiga, Allan e Penharol, além do fixo Pinochet, que iniciou no banco de reservas. Da mesma forma que fizeram na estréia, os andaluzes se fecharam em seu campo de defesa, mas, desentrosados, não conseguiram cobrir todos os espaços. O Vila Mariana se aproveitou dos descuidos da defesa andaluz e abriu o placar. Sem muitas opções de ataque, o Andaluzia tentava assustar com chutes de longe de Allan, Pinochet e Espiga. A boa colocação da defesa adversária impedia o time de chegar a uma chance clara de gol, para desespero do pivô, Penharol. O astro uruguaio reclamava da arbitragem que fazia vista grossa para as fortes, e desleais, entradas do camisa 3 adversário. Em uma delas, o juiz novamente não apitou falta e permitiu que o Vila Mariana convertesse o contra-ataque no seu segundo gol.

Desesperado, o Andaluzia colocou seu goleiro-linha em quadra, mas, diferente do que ocorreu na estréia, não conseguiu envolver o adversário. Desentrosados e cansados pela falta de ritmo, os andaluzes assistiram o Vila Mariana anotar o terceiro gol ainda antes do intervalo.

Ao retornar do vestiário, os espanhóis demonstraram estar decididos a buscar o empate. Em cobrança de escanteio pela direita, Espiga achou Pinochet dentro da área. O fixo, com categoria, acertou belo chute de primeira, colocando por baixo das pernas do arqueiro: 3×1. Ainda antes de o adversário poder se recuperar do golpe, o Andaluzia diminuiu novamente a diferença em rápido contra-ataque. Espiga dominou pela direita e passou para Mailão, sem marcação, na cara do gol. O veterano de Mogi não perdoou e tocou na saída do goleiro para fazer o segundo gol andaluz.

Com o placar em 3×2, a partida parecia tomar outro rumo. Mesmo cansados, os andaluzes brigavam para conseguir o gol de empate. Quase conseguiram com Allan em chute cruzado pela esquerda e, no contragolpe do V.M., uma ducha de água fria: 4×2. O Andaluzia viu suas chances escapando e finalmente perdeu as esperanças graças ao juiz da partida. O árbitro interpretou erroneamente lance de Penharol ao dividir com o camisa 3 adversário e expulsou o pivô do Uruguai, deixando os andaluzes com apenas 4 homens em quadra. Ainda assim, a equipe européia quase chegou ao terceiro gol com Pinochet. O arqueiro Nill ainda impediu que o Vila Mariana ampliasse o placar com ótimas defesas no final da partida.

O Andaluzia, com 3 pontos e 0 gol de saldo, ainda sonha com a classificação. Mas dependerá de uma combinação de resultados para que siga vivo na competição que encerra sua primeira fase no dia 13 de Junho.


Andaluzia estréia nos Jogos da Cidade com vitória

maio 17, 2010

Equipe desfalcada derrotou o atual campeão regional por 4×2

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

Na manhã do último domingo, 16/5, os andaluzes tiveram que acordar cedo para fazer sua partida de estréia pelos Jogos da Cidade. Desfalcada (grande parte da equipe foi convocada para defender a seleção de futsal da Cásper Líbero na Liga Paulista Universitária), a equipe do velho continente jogou os dois tempos inteiros com os mesmos cinco jogadores: Ladá, Mailão, Negão, Espiga e Peñarol.

Do outro lado, a equipe dos Boleiros da Saúde, atual campeã regional da Sub-Prefeitura da Vila Mariana, previa uma partida fácil. Generosos, os Boleiros permitiram uma tolerância de 25 minutos de atraso para que Peñarol pudesse chegar e completar o elenco andaluz.

O Jogo
Sem nenhuma troca no banco de reservas, o Andaluzia se fechou em seu campo de defesa para dificultar o jogo do adversário o máximo possível sem se cansar muito. Ladá, improvisado na posição de goleiro (o arqueiro titular Nill não compareceu sem prévio aviso), fez milagres quando a muralha erguida por Mailão, Espiga e Negão não funcionava. O único posicionada à frente da intermediária era o pivô Peñarol que, juntamente com Espiga, puxava os contra-ataques da equipe espanhola. Contudo, foi dos pés de Negão que saiu o primeiro gol da partida. O ala de Zimbábue acertou um belo chute cruzado de direita após se livrar do marcador perto da linha lateral.

O gol surpreendeu os Boleiros que partiram para cima em busca do empate. Embora controlasse a maior parte da posse de bola, a equipe da Saúde não conseguia achar espaços para finalizações com qualidade. Espiga e Mailão cansaram de tomar boladas (em uma delas, Mailão chegou a ficar sem ar após defender chute com o estômago) e Ladá demonstrou ter reflexos de sobra para defender a porteira andaluz.

O Andaluzia continuou explorando os contra-ataques e conseguiu ampliar a vantagem com Espiga. O ala partiu em velocidade pela esquerda e, após bate-rebate com o goleiro, acertou um voleio com o gol vazio: 2×0. A reação dos Boleiros veio logo em seguida ao aproveitar um passe errado do Andaluzia, que utilizava o goleiro-linha: 2×1.

Ainda antes do fim da primeira etapa, Espiga recebeu o cartão amarelo por cometer falta perigosa no ala adversário. Inconformado, o camisa 14 deu o troco com um belo gol de bola parada. Negão cobrou falta rasteira pela direita e Espiga acertou uma paulada de primeira no ângulo do arqueiro da Saúde. O gol deu mais tranquilidade para a equipe, que foi para o intervalo com dois gols de diferença.

Ao voltar para a etapa final, o Andaluzia veio determinado a impor seu domínio na partida. Logo no primeiro lance, os europeus fizeram uma jogada ensaiada com o goleiro-linha Ladá. O vocalista da banda Skank fez belo lançamento para Peñarol que girou para cima do defensor e acertou um belo passe para Espiga, livre de marcação e do lado da trave. Este teve apenas o trabalho de empurrar a bola para as redes e sair para o abraço: 4×1.

O que se viu no restante da partida foi praticamente uma reprise da primeira etapa. Os Boleiros continuaram controlando a posse de bola, mas sem criatividade para furar o forte bloqueio andaluz. Já os espanhóis procuravam gastar o tempo usando o goleiro-linha e tentando matar o jogo nos contra-ataques. Peñarol e Espiga perderam duas oportunidades claras de gol. Nas duas situações poderiam ter passado a bola para o colega melhor posicionado, mas erraram na conclusão.

A poucos minutos do fim, a equipe da Saúde ainda conseguiu diminuir o placar para 4×2, mas logo viu suas chances de reação serem frustradas pelo apito final do juiz.

Graças à vitória, o Andaluzia deu um grande passo rumo à classificação (apenas o líder de cada grupo avança para a próxima fase). “Vencer na estréia é muito importante numa competição como essa. Ainda mais quando é contra a equipe considerada a mais forte do grupo.” afirmou o comandante Espigamovic. A equipe espanhola entra em quadra novamente já no próximo fim de semana contra o Vila Mariana F.A. “Será o jogo mais importante desta primeira fase, pois definirá quem terá chances de se classificar e quem ficará de fora da briga” prevê Ladá.

Ficha Técnica:
Gols:
Espiga (3) e Negão (1) – Andaluzia
Jordy (1) e Crouch (1) – Boleiros
Cartão Amarelo: Espiga – Andaluzia
Arbitragem: Ruim
Público: Espiguete

Andaluzia estréia nos Jogos da Cidade com vitória

Equipe desfalcada derrotou o atual campeão regional por 4×2

Duda Mendonza

Assessoria de Imprensa

Na manhã do último domingo, 16/5, os andaluzes tiveram que acordar cedo para fazer sua partida de estréia pelos Jogos da Cidade. Desfalcada (grande parte da equipe foi convocada para defender a seleção de futsal da Cásper Líbero na Liga Paulista Universitária), a equipe do velho continente jogou os dois tempos inteiros com os mesmos cinco jogadores: Ladá, Mailão, Negão, Espiga e Peñarol.

Do outro lado, a equipe dos Boleiros da Saúde, atual campeã regional da Sub-Prefeitura da Vila Mariana, previa uma partida fácil. Generosos, os Boleiros permitiram uma tolerância de 25 minutos de atraso para que Peñarol pudesse chegar e completar o elenco andaluz.

O Jogo

Sem nenhuma troca no banco de reservas, o Andaluzia se fechou em seu campo de defesa para dificultar o jogo do adversário o máximo possível sem se cansar muito. Ladá, improvisado na posição de goleiro (o arqueiro titular Nill não compareceu sem prévio aviso), fez milagres quando a muralha erguida por Mailão, Espiga e Negão não funcionava. O único posicionada à frente da intermediária era o pivô Peñarol que, juntamente com Espiga, puxava os contra-ataques da equipe espanhola. Contudo, foi dos pés de Negão que saiu o primeiro gol da partida. O ala de Zimbábue acertou um belo chute cruzado de direita após se livrar do marcador perto da linha lateral.

O gol surpreendeu os Boleiros que partiram para cima em busca do empate. Embora controlasse a maior parte da posse de bola, a equipe da Saúde não conseguia achar espaços para finalizações com qualidade. Espiga e Mailão cansaram de tomar boladas (em uma delas, Mailão chegou a ficar sem ar após defender chute com o estômago) e Ladá demonstrou ter reflexos de sobra para defender a porteira andaluz.

O Andaluzia continuou explorando os contra-ataques e conseguiu ampliar a vantagem com Espiga. O ala partiu em velocidade pela esquerda e, após bate-rebate com o goleiro, acertou um voleio com o gol vazio: 2×0. A reação dos Boleiros veio logo em seguida ao aproveitar um passe errado do Andaluzia, que utilizava o goleiro-linha: 2×1.

Ainda antes do fim da primeira etapa, Espiga recebeu o cartão amarelo por cometer falta perigosa no ala adversário. Inconformado, o camisa 14 deu o troco com um belo gol de bola parada. Negão cobrou falta rasteira pela direita e Espiga acertou uma paulada de primeira no ângulo do arqueiro da Saúde. O gol deu mais tranquilidade para a equipe, que foi para o intervalo com dois gols de diferença.

Ao voltar para a etapa final, o Andaluzia veio determinado a impor seu domínio na partida. Logo no primeiro lance, os europeus fizeram uma jogada ensaiada com o goleiro-linha Ladá. O vocalista da banda Skank fez belo lançamento para Peñarol que girou para cima do defensor e acertou um belo passe para Espiga, livre de marcação e do lado da trave. Este teve apenas o trabalho de empurrar a bola para as redes e sair para o abraço: 4×1.

O que se viu no restante da partida foi praticamente uma reprise da primeira etapa. Os Boleiros continuaram controlando a posse de bola, mas sem criatividade para furar o forte bloqueio andaluz. Já os espanhóis procuravam gastar o tempo usando o goleiro-linha e tentando matar o jogo nos contra-ataques. Peñarol e Espiga perderam duas oportunidades claras de gol. Nas duas situações poderiam ter passado a bola para o colega melhor posicionado, mas erraram na conclusão.

A poucos minutos do fim, a equipe da Saúde ainda conseguiu diminuir o placar para 4×2, mas logo viu suas chances de reação serem frustradas pelo apito final do juiz.

Graças à vitória, o Andaluzia deu um grande passo rumo à classificação (apenas o líder de cada grupo avança para a próxima fase). “Vencer na estréia é muito importante numa competição como essa. Ainda mais quando é contra a equipe considerada a mais forte do grupo.” afirmou o comandante Espigamovic. A equipe espanhola entra em quadra novamente já no próximo fim de semana contra o Vila Mariana F.A. “Será o jogo mais importante desta primeira fase, pois definirá quem terá chances de se classificar e quem ficará de fora da briga” prevê Ladá.

Ficha Técnica:

Gols: Espiga (3) e Negão (1) – Andaluzia

Jordy (1) e Crouch (1) – Boleiros

Cartão Amarelo: Espiga – Andaluzia

Arbitragem: Ruim

Público: Espiguete