O Rico: JUCA

junho 1, 2011

O Rico - JUCA

Amigo: Você ia pro JUCA na sua época de faculdade?
O Rico: Claro!
Amigo: Você ia com a FAAP?
O Rico: Não. Eu ia com a Adriane Galisteu.

Créditos da imagem: atleticapucsp.blogspot.com


Futsal dá azar na loteria

junho 7, 2010

Atlética Cásper Líbero

Equipe cai nos pênaltis contra o Mack, logo na primeira partida

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

Foi um jogo alucinante, digno de um clássico que somente a Cásper e o Mackenzie podem oferecer ao público do Juca. Muitos apontavam a partida como uma final antecipada: acertaram. Apesar de nenhuma das duas ter sido a campeã, a partida entre as faculdades mais invejadas do Juca foi, de longe, a mais emocionante.

Com as duas torcidas em peso no ginásio Gigantão, Cásper e Mackenzie entraram com força total no duelo. O estreante técnico Dalton armou os vermelhos com Wesley, Guiga, Kalil, Negão e Cenoura. Do outro lado, os tubarões traziam a mesma formação do ano passado, com a ausência do fixo Sardinha e do camisa 10, Marceu.

A partida iniciou em ritmo alucinante. Logo nos primeiros segundos, um susto para Wesley. O Mack fez rápida tabela pela esquerda e o ala chutou para fora. Ao responder, Guiga achou Cenoura livre do lado da trave do tubarão. O pivô teve apenas o trabalho de empurrar para as redes e abrir o marcador: 1×0. A diferença era magra e a Cásper sabia que, a qualquer momento, o Mack poderia empatar. Os tubarões pressionavam com jogadas individuais de Tomate, mas sempre havia um casperiano que se jogava na frente da bola e afastava o perigo. Do outro lado, os casperianos levavam perigo nos contra-ataques. Em um deles, Negão ficou cara a cara com o goleiro mackenzista. O ala de Zimbábwe fintou para a esquerda, mas o arqueiro conseguiu tirar a bola com a ponta do pé. Como quem não faz, toma, a Cásper viu o Mack empatar ainda na primeira etapa: 1×1.

Ao voltar do intervalo, a partida continuou truncada. Nenhuma das equipes queria se expor, tanto que as melhores oportunidades vinham nos contra-ataques e nas bolas paradas. Chocolate e Brunella entraram para fortalecer a defesa e impedir as investidas de Tomate pela esquerda. A Cásper se segurava em seu campo de defesa esperando a oportunidade ideal para matar a partida. Contudo, foi em uma jogada praticamente morta na linha de fundo que os casperianos desempataram. Guiga se livrou do marcador e chutou de bico. A bola espirrou na zaga e sobrou para Kalil que, do meio da rua, acertou uma paulada, sem chances de defesa para o arqueiro tubarão: 2×1. O pequeno pônei comemorou, jogando capoeira, um de seus pouquíssimos gols pela faculdade. Negão ainda teve a chance de ampliar ao encobrir o goleiro do Mack. A bola passou raspando na trave. Perto do fim, os tubarões finalmente conseguiram furar o bloqueio casperiano empatando a partida e levando a decisão para os pênaltis.

Nas cobranças, a Cásper desperdiçou as duas primeiras, enquanto o Mack confirmou as suas. A reação veio com a defesa de Wesley na cobrança de Tomate. Guiga e Negão colocaram os casperianos de volta no páreo. O Mack ainda perdeu a cobrança seguinte, levando a Aguante ao delírio, mas, infelizmente, não foi o suficiente para a Cásper que perdeu sua última cobrança.

“Gostaria muito de agradecer a todos. Esses quatro dias com vocês me fizeram sentir o que é a Cásper e o que é o futsal da Cásper! Todos me receberam bem, atletas e atlética e isso ajuda e muito a desenvolver o trabalho e teremos muito daqui a para frente” afirmou o técnico Dalton.

O exército vermelho enfrenta a Medicina USP pelas semifinais da Liga Paulista neste domingo (13/6) com grandes chances de coroar o semestre com uma vaga para a Série Ouro da competição.


Campo é terceiro colocado no Juca

junho 7, 2010

Atlética Cásper Líbero

Equipe cai diante da FAAP na semi, após golear a ECA por 6×0

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

Não foi o Juca que todos esperavam, mas nem por isso deixou de ser inesquecível. Nunca, na história da modalidade, a Cásper fez tantos gols em apenas uma partida. Nunca se viu tanta garra e determinação dos atletas casperianos. E nunca se viu tanta fúria ao final de uma partida.

Quartas de final: Cásper x ECA
Com a derrota na Liga Paulista ainda engasgada, a ECA queria dar o troco nos guerreiros casperianos. Do outro lado, o técnico Ladá não queria saber de pressão do adversário. O comandante armou sua equipe de tal forma que envolveu os comunicólogos da USP em uma goleada histórica. Munido por Guiga (17), um dos melhores em campo, e Cenoura (18), o artilheiro Vitor (22) registrou seu primeiro “hat-trick” pela Cásper, firmando-se como o principal goleador da equipe em 2010. Vina (8), de cabeça, e Cenoura (17) guardaram mais dois golaços para a equipe da Paulista, que ainda teve uma ajudinha da ECA (gol contra do zagueiro Tropeço) para completar o placar elástico de 6×0.

Protegido pelo quarteto de zaga formado por Kalil, Jonas, Conilho e Rômulo, o arqueiro Denzel teve pouquíssimo trabalho no duelo, mas mostrou segurança sempre que acionado. No meio, Paulão (que entrou no lugar do machucado Espiga), ajudou o meio de campo a anular armação das jogadas ecanas. À sua frente, Murilo Lindo se revelou o mais novo cão de guarda da Cásper. O pequeno volante (conhecido por suas bufadas) mostrou que o leão da ECA se transforma em um gato mansinho à sua frente. Tácio (9) e Pikachu (69) entraram na etapa final e desperdiçaram boas chances de ampliar o marcador. O segundo foi parado com falta dentro da área, não marcada pelo juiz. Pedroso, Brunella e Zico também entraram e justificaram a boa fase.

Semifinal: Cásper x FAAP
Antes do início da partida, dois problemas: Guiga, sem documentação, e Espiga, machucado, não podiam sair jogando. Zico (20), apontado por muitos como grande revelação do time, teve sua primeira chance como titular. Negão (13) entrou para fechar o meio de campo. O resto da escalação era a mesma da partida anterior.

No primeiro tempo, a Cásper criou poucas oportunidades de gol. A boa marcação da FAAP não dava boas condições de finalização aos atacantes Vitor e Cenoura. Em alguns contra-ataques, os mauricinhos até chegaram a assustar a meta de Denzel, mas nada com muito perigo. Na segunda etapa, Guiga entrou no lugar de Vina e deu mais fluência ao ataque casperiano. Kalil chegou perto de abrir o marcador, mas foi parado pelo arqueiro adversário. O jogo parecia caminhar para as penalidades quando a FAAP finalmente conseguiu dar o troco pela derrota de 2009. O atacante mauricinho, impedido, aproveitou o rebote de um escanteio do outro lado do campo e fez o único gol da partida, até então, dominada pelos casperianos. Os guerreiro da Paulista reclamaram da posição irregular do centro-avante adversário criando um atrito perigoso na partida. Em um lance duvidoso, que gerou uma grande confusão, o árbitro expulsou um atleta de cada equipe. Chocolate entrou no finalzinho para tentar o gol de empate, mas já era tarde demais.

A Cásper encerrou sua campanha no Juca 2010 em terceiro lugar e volta para SP com a missão de salvar o ano, bastante promissor na Liga Paulista, onde tem 100% de aproveitamento após duas partidas.

“O elenco inteiro está de parabéns. Dá um prazer do caralho ver o time se doando tanto. Amo trabalhar aqui e ainda vou conquistar o Juca pela Cásper” afirmou o técnico Ladá.

Colaborou: Tomás El Ponei


O Juca dos Injustos

junho 2, 2010

Atlética Cásper Líbero

Injusto é treinar desde Agosto do ano anterior para uma competição que dura apenas quatro dias. Quatro dias para apenas três jogos. Três jogos que podem nem ser três, no caso de uma eliminação precoce.

Injusto é sacrificar tanto. Perder tanta coisa ao longo de um ano por apenas quatro dias. Quatro dias que poderiam ser aproveitados de muitas outras maneiras. Quatro dias que irão passar num piscar de olhos. E logo se tornarão mais um ano interminável até o próximo Corpus Christi. Tudo por causa desse Juca.

É por causa do Juca que você, atleta, não vai mais escapar da DP. É por causa do Juca que o teu namoro está caindo aos pedaços. É por causa do Juca que muitos dos teus amigos te odeiam por não ter mais tempo pra eles. É por causa do Juca que você passa a semana inteira com sono no trabalho. É por causa desse maldito Juca que o teu ombro, costas, cotovelo, pulso, joelho, tornozelo e canela estão cheios de marcas e dores insuportáveis.

Injusto é ser casperiano. Maldita foi a tua escolha de faculdade na hora de prestar o vestibular. Injusto é esse vício que você tem de contar as horas até o próximo treino. E os dias até o próximo jogo. É essa ansiedade desgraçada que não te deixa dormir direito. Essa adrenalina irritante que te faz tremer toda vez que alguém menciona essa sigla maldita: JUCA

Nunca na vida você foi tão injustiçado. Nunca sofreu tanto nem ficou tão desgastado. E o maior culpado disso é você, atleta. Você que não houve seus pais quando eles reclamam dos horários dos treinos. Você que gasta todo seu salário em gasolina para jogar nos fins de semana na casa do chapéu. Você que teima em acreditar que voltará pra casa com um pedaço de metal pendurado no pescoço. Você é o mais injusto de todos nessa história. Injusto consigo mesmo.

E agora, caro atleta, você tem quatro dias para acertar as contas. Você e esse grupo de desesperados que dividem as mesmas lágrimas, as mesmas dores, as mesmas angústias e o mesmo sangue.. vocês têm míseros quatro dias para fazer todo esse sacrifício valer a pena. Sim, atleta. Você está dentro do seleto grupo que pode mudar a história de um ano inteiro e torná-lo inesquecível em apenas quatro dias.

Agora, pergunte-se: quanta gente pode se dar o mesmo luxo?

Injusto, não?

Portanto, atleta, faça justiça neste Juca:
Pelos que acreditam em você,
Pelos que sofrem como você,
E, principalmente, por você.

Duda Mendonza
Maldito e Injusto

Injusto é treinar desde Agosto do ano anterior para uma competição que dura apenas quatro dias. Quatro dias para apenas três jogos. Três jogos que podem nem ser três, no caso de uma eliminação precoce.

Injusto é sacrificar tanto. Perder tanta coisa ao longo de um ano por apenas quatro dias. Quatro dias que poderiam ser aproveitados de muitas outras maneiras. Quatro dias que irão passar num piscar de olhos. E logo se tornarão mais um ano interminável até o próximo Corpus Christi. Tudo por causa desse Juca.

É por causa do Juca que você, atleta, não vai mais escapar da DP. É por causa do Juca que o teu namoro está caindo aos pedaços. É por causa do Juca que muitos dos teus amigos te odeiam por não ter mais tempo pra eles. É por causa do Juca que você passa a semana inteira com sono no trabalho. É por causa desse maldito Juca que o teu ombro, costas, cotovelo, pulso, joelho, tornozelo e canela estão cheios de marcas e dores insuportáveis.

Injusto é ser casperiano. Maldita foi a tua escolha de faculdade na hora de prestar o vestibular. Injusto é esse vício que você tem de contar as horas até o próximo treino. E os dias até o próximo jogo. É essa ansiedade desgraçada que não te deixa dormir direito. Essa adrenalina irritante que te faz tremer toda vez que alguém menciona essa sigla maldita: JUCA

Nunca na vida você foi tão injustiçado. Nunca sofreu tanto nem ficou tão desgastado. E o maior culpado disso é você, atleta. Você que não houve seus pais quando eles reclamam dos horários dos treinos. Você que gasta todo seu salário em gasolina para jogar nos fins de semana na casa do chapéu. Você que teima em acreditar que voltará pra casa com um pedaço de metal pendurado no pescoço. Você é o mais injusto de todos nessa história. Injusto consigo mesmo.

E agora, caro atleta, você tem quatro dias para acertar as contas. Você e esse grupo de desesperados que dividem as mesmas lágrimas, as mesmas dores, as mesmas angústias e o mesmo sangue.. vocês têm míseros quatro dias para fazer todo esse sacrifício valer a pena. Sim, atleta. Você está dentro do seleto grupo que pode mudar a história de um ano inteiro e torná-lo inesquecível em apenas quatro dias.

Agora, pergunte-se: quanta gente pode se dar o mesmo luxo?

Injusto, não?

Portanto, atleta, faça justiça neste Juca:

Pelos que acreditam em você,

Pelos que sofrem como você,

E, principalmente, por você.

Duda Mendonza

Maldito e Injusto


Novela Zeca-Andaluzia perto de final feliz

maio 18, 2010

Andaluzia

Dirigentes confirmam acerto verbal com o atleta que pode defender a equipe européia após a Copa do Mundo

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa


Coxinha (ou Zeca, como gosta de ser chamado) iniciou sua carreira na Cásper em 2009. Foi cortado da equipe de Futsal mas voltou no ano seguinte decidido a ficar no time. Integrante da seleção de Futsal que defenderá a Atlética Jesse Owens no Juca 2010, Zeca despertou interesse nos dirigentes do Andaluzia após uma série de boas atuações entre treinos, amistosos e partidas oficiais deste ano. “Seu desempenho no campeonato interno também ajudou bastante. Ele é decisivo e pode adicionar bastante ao elenco andaluz” afirmou uma fonte interna do Andaluzia que não quis revelar a identidade.

Zeca afirma que está empolgado com a soldagem, mas mantém os pés no chão: “Agora eu só quero pensar no Juca. Venho me preparando para isso desde o começo do ano e espero poder ajudar a Cásper a conquistar mais um título. O que vier depois será consequência.”.

Já eliminado da Copa Gérson, o Real Madruga, atual time do atleta, despontou no ano passado como finalista da Mané Garrincha. Apesar de não repetir o mesmo desempenho nesta temporada, demonstrou poder competitivo para sonhar alto no segundo semestre. “Fico feliz por ter ajudado a equipe a chegar tão longe” afirma Zeca.

O empresário do atleta deve se reunir com os dirigentes do clube europeu na primeira semana após o Juca para acertar a papelada e agendar a apresentação oficial do atleta no CT Claudinha Leite.

Colaborou: J. Florence


Cásper vence rival do Juca na estréia da Liga

maio 3, 2010

Equipe abre o placar, cede o empate, mas desempata no final

Duda Medonza
Assessoria de Imprensa

Às 9h00 do último domingo (2/5), o CEPEUSP foi palco de um dos confrontos mais aguardados do Juca 2010. Cásper e ECA estão frente à frente nas quartas-de-final do Futebol de Campo e tiveram a chance de sentir um gostinho do confronto jogando pela Liga Paulista. A ECA, responsável pela eliminação do Futsal casperiano na edição do Juca 2009, pretendia repetir a dose nos gramados da Cidade Universitária.

Casper Líbero - Futebol de Campo

A Cásper entrou em campo com Denzel, Alex, Jonas, Cauê, Rômulo, Bruno, Vina, Murilo, Guiga, Vítor e Cenoura. Os comandados de Ladá, com apoio do novo assistente técnico Espigamovic, partiram para cima desde o apito inicial e, logo nos primeiros minutos, já testava seu poder de fogo. Cenoura desperdiçou boa oportunidade mas, no ataque seguinte se redimiu. O camisa 18 encontrou Vítor na estrada da área que, com maestria, ajeitou de calcanhar na medida para Guiga que entrava livre pela esquerda. O meia tocou na saída do arqueiro Malerba e abriu o placar da partida.

O gol empolgou a equipe da Paulista, empurrada pela sua torcida Aguante, e os casperianos mantiveram a pressão para ampliar a vantagem. Primeiro Cenoura em rápido contra-ataque, e depois Guiga em forte chute de voleio que parou nas mãos do porteiro ecano.

O comandante Ladá pediu calma aos seus atletas pois cada investida deixava sua defesa mais vulnerável. “Precisamos girar mais a bola. Não é porquê a bola finalmente chegou ao ataque que temos que concluir a jogada.” pedia o professor. Mesmo não conseguindo definir as jogadas com tanta precisão, a Cásper ganhou inúmeros escanteios na primeira etapa, embora não tenha tirado proveito de nenhum deles. Já a ECA apostava nos contra-ataques pelo lado direito da defesa casperiana, onde Alex sofria para marcar sem a cobertura dos volantes Vina e Bruno, que se empolgavam na subida e não retornavam a tempo. Foi dessa forma que os leões da USP acabaram ganharando um escanteio e, diferente dos casperianos, aproveitaram a oportunidade. Bola alçada na área pelo camisa 10, Olé, que foi afastada pela zaga casperiana. No rebote, Décio acertou uma paulada de primeira que ainda desviou no defensor rubro-negro e pegou o arqueiro Denzel no contra-pé: 1×1.

Casper Líbero - Futebol de Campo

A Cásper foi para o intervalo com os ânimos muito diferentes do que esperavam. “Tínhamos o controle do jogo e, num vacilo, deixamos eles voltarem à partida”. Ladá pediu mais calma e advertiu que o time estava dando muito “toquinho de primeira”. Antes de voltar aos gramados, Guiga deu uma bronca que reascendeu a chama casperiana e o segundo tempo começou de forma alucinante. Muita pegada e divididas no meio-de-campo fizeram brilhar a estrela de Murilo (Uf!). Estreante na equipe, o volante não tomou conhecimento dos habilidosos meias ecanos e parou todas as investidas que vinham em sua direção. Do seu lado, Rômulo, cada vez mais adaptado à lateral-esquerda, começou a apoiar mais o ataque e puxar os contra-golpes casperianos. A ECA já não conseguia mais assustar o arqueiro Denzel e a Cásper se aproximava cada vez mais do desempate. Guiga, melhor em campo na partida, comandava o ataque do Homem Pássaro mas não conseguia achar espaços para concluir. Foi aí que apareceu, novamente, a genialidade de Vítor. Prestes a ser substituído, o atacante, até então sumido na partida, só precisou de mais um lance para colocar a Cásper na frente mais uma vez. Ao receber passe de Bruno na ponta direita, o camisa 70 se livrou de dois marcadores e acertou o ângulo de canhota. Um golaço!

O técnico Ladá, percebendo o cansaço dos atletas embaixo do sol escaldante, fechou sua defesa colocando Gué e Vinícius nos lugares de Alex e Bruno, respectivamente. E deu novo fôlego para os contra-golpes com Choco, Tácio e Zico para os lugares de Vítor, Cenoura e Guiga. O ataque descansado segurou a posse de bola no campo ofensivo e apenas viu o tempo passar até o juíz dar o apito final.

Casper Líbero - Futebol de Campo

A Cásper conquistou sua primeira vitória na Liga Paulista e soma três pontos na classificação. “Sempre é bom começar o ano com vitória. Mas o mais importante é ver que todo o elenco está apto para defender a Cásper. Opções no banco de reservas é o que não falta.” comemorou Ladá.

Colaborou: Presida, Ponei e Pagodeiro Sexy.

Confira a matéria no site do Esporte Universitário. E também no site da Atlética Jesse Owens.
E as fotos da partida aqui.