Cásper deixa Série Ouro escapar no finalzinho

junho 22, 2010

Atlética Cásper Líbero

Equipe vencia por diferença de dois gols, mas permitiu a virada da Pinheiros

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

No primeiro fim de semana pós-Juca, a equipe de Futsal casperiana voltou às quadras para enfrentar a Medicina USP, pelas semifinais da Liga Paulista. A vitória garantiria a vaga na Série Ouro da competição no semestre seguinte. A Aguante compareceu em peso no ginásio Idalina, em São Caetano, e incendiou a partida que emocionou a todos os presentes.

O Jogo
O técnico Dalton e seu auxiliar, Ladá, armaram a equipe para conter o ataque extremamente tático da Pinheiros. Marcando atrás do meio da quadra, Guiga, Cenoura, Kalil e Vina afastavam o perigo da meta de Wesley, que fez uma grande partida. A vibração no banco de reservas intimidava o adversário, relembrando a emoção passada no Juca, uma sema atrás. A Cásper foi crescendo no jogo e criando oportunidades até sair o primeiro gol. Em contra-ataque rápido, puxado por Guiga, Cenoura definiu com um belo chute, indefensável para o arqueiro da USP: 1×0.

No segundo tempo, a Medicina começou a pressionar a saída de bola da Cásper. Sem encontrar opções de passe, Guiga arriscava perigosas jogadas individuais em seu campo de defesa. Quase entregou o gol de empate de bandeja em uma delas, mas, na sequência, armou mais um contra-ataque matador para os casperianos: 2×0.

Com a diferença de dois gols no placar, ainda restava mais da metade do segundo tempo para o apito final. A Cásper continuou se defendendo como podia, mas permitiu o empate. Primeiro, um pênalti mal marcado pelo juiz permitiu que os médicos diminuíssem a diferença. Depois, um presente da defesa casperiana (gol contra) possibilitou o empate. A poucos minutos do final, o arqueiro Wesley subiu até o meio da quadra para fazer o goleiro-linha, deixando a porteira desprotegida. No contra-ataque, o arqueiro da Med-USP lançou para seu pivô escorar de cabeça para o gol vazio e fechar o placar em 3×2.

“Infelizmente perdemos para nós mesmos. Fizemos uma partida perfeita até a metade do segundo tempo. Depois entramos em desespero e permitimos a virada”, se lamentou o comandante Dalton. Agora, a Cásper só volta a jogar pela Liga Paulista novamente no segundo semestre, quando inicia novamente a caminhada até a Série Ouro da competição, da qual foi vice-campeã no ano anterior.

Colaboraram: Bambu e Lima.


Cásper vence rival do Juca na estréia da Liga

maio 3, 2010

Equipe abre o placar, cede o empate, mas desempata no final

Duda Medonza
Assessoria de Imprensa

Às 9h00 do último domingo (2/5), o CEPEUSP foi palco de um dos confrontos mais aguardados do Juca 2010. Cásper e ECA estão frente à frente nas quartas-de-final do Futebol de Campo e tiveram a chance de sentir um gostinho do confronto jogando pela Liga Paulista. A ECA, responsável pela eliminação do Futsal casperiano na edição do Juca 2009, pretendia repetir a dose nos gramados da Cidade Universitária.

Casper Líbero - Futebol de Campo

A Cásper entrou em campo com Denzel, Alex, Jonas, Cauê, Rômulo, Bruno, Vina, Murilo, Guiga, Vítor e Cenoura. Os comandados de Ladá, com apoio do novo assistente técnico Espigamovic, partiram para cima desde o apito inicial e, logo nos primeiros minutos, já testava seu poder de fogo. Cenoura desperdiçou boa oportunidade mas, no ataque seguinte se redimiu. O camisa 18 encontrou Vítor na estrada da área que, com maestria, ajeitou de calcanhar na medida para Guiga que entrava livre pela esquerda. O meia tocou na saída do arqueiro Malerba e abriu o placar da partida.

O gol empolgou a equipe da Paulista, empurrada pela sua torcida Aguante, e os casperianos mantiveram a pressão para ampliar a vantagem. Primeiro Cenoura em rápido contra-ataque, e depois Guiga em forte chute de voleio que parou nas mãos do porteiro ecano.

O comandante Ladá pediu calma aos seus atletas pois cada investida deixava sua defesa mais vulnerável. “Precisamos girar mais a bola. Não é porquê a bola finalmente chegou ao ataque que temos que concluir a jogada.” pedia o professor. Mesmo não conseguindo definir as jogadas com tanta precisão, a Cásper ganhou inúmeros escanteios na primeira etapa, embora não tenha tirado proveito de nenhum deles. Já a ECA apostava nos contra-ataques pelo lado direito da defesa casperiana, onde Alex sofria para marcar sem a cobertura dos volantes Vina e Bruno, que se empolgavam na subida e não retornavam a tempo. Foi dessa forma que os leões da USP acabaram ganharando um escanteio e, diferente dos casperianos, aproveitaram a oportunidade. Bola alçada na área pelo camisa 10, Olé, que foi afastada pela zaga casperiana. No rebote, Décio acertou uma paulada de primeira que ainda desviou no defensor rubro-negro e pegou o arqueiro Denzel no contra-pé: 1×1.

Casper Líbero - Futebol de Campo

A Cásper foi para o intervalo com os ânimos muito diferentes do que esperavam. “Tínhamos o controle do jogo e, num vacilo, deixamos eles voltarem à partida”. Ladá pediu mais calma e advertiu que o time estava dando muito “toquinho de primeira”. Antes de voltar aos gramados, Guiga deu uma bronca que reascendeu a chama casperiana e o segundo tempo começou de forma alucinante. Muita pegada e divididas no meio-de-campo fizeram brilhar a estrela de Murilo (Uf!). Estreante na equipe, o volante não tomou conhecimento dos habilidosos meias ecanos e parou todas as investidas que vinham em sua direção. Do seu lado, Rômulo, cada vez mais adaptado à lateral-esquerda, começou a apoiar mais o ataque e puxar os contra-golpes casperianos. A ECA já não conseguia mais assustar o arqueiro Denzel e a Cásper se aproximava cada vez mais do desempate. Guiga, melhor em campo na partida, comandava o ataque do Homem Pássaro mas não conseguia achar espaços para concluir. Foi aí que apareceu, novamente, a genialidade de Vítor. Prestes a ser substituído, o atacante, até então sumido na partida, só precisou de mais um lance para colocar a Cásper na frente mais uma vez. Ao receber passe de Bruno na ponta direita, o camisa 70 se livrou de dois marcadores e acertou o ângulo de canhota. Um golaço!

O técnico Ladá, percebendo o cansaço dos atletas embaixo do sol escaldante, fechou sua defesa colocando Gué e Vinícius nos lugares de Alex e Bruno, respectivamente. E deu novo fôlego para os contra-golpes com Choco, Tácio e Zico para os lugares de Vítor, Cenoura e Guiga. O ataque descansado segurou a posse de bola no campo ofensivo e apenas viu o tempo passar até o juíz dar o apito final.

Casper Líbero - Futebol de Campo

A Cásper conquistou sua primeira vitória na Liga Paulista e soma três pontos na classificação. “Sempre é bom começar o ano com vitória. Mas o mais importante é ver que todo o elenco está apto para defender a Cásper. Opções no banco de reservas é o que não falta.” comemorou Ladá.

Colaborou: Presida, Ponei e Pagodeiro Sexy.

Confira a matéria no site do Esporte Universitário. E também no site da Atlética Jesse Owens.
E as fotos da partida aqui.


Cásper dá mais um passeio em Sapucaí

novembro 10, 2009

Jesse Owens

Atlética Cásper

Equipe bate a Santa Casa por 3×0 e aumenta as chances de classificação na Liga Paulista

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa


O quê? A Cásper foi pro Juca de novo?  Não, caro leitor. A Cásper foi para Santo André jogar contra a Santa Casa no campo da Vila Vivaldi – que curiosamente fica em uma rua chamada Sapucaí. Mas qual será a verdade que se esconde por trás deste nome tão curioso? Cidades, vilas e até sambódromos já foram batizados com a graça de Sapucaí. E ela parece ter criado um gosto pelos guerreiros do Exército Vermelho. Na tarde deste último domingo, os reds entraram em campo e jogaram como nunca neste segundo semestre.

O jogo

Empolgados com a vitória de virada sobre a rival de Jucas, Metodista, os casperianos entraram em campo com ânimos redobrados para buscar a tão sonhada classificação. Com apenas três pontos na tabela, Ademir sabia que precisava adiantar a marcação de sua equipe para tentar chegar ao resultado desejado o mais rápido possível. Para isso, colocou em prática o 4-3-3 quem vem usando desde o primeiro semestre, com Espiga, Choco e Tácio na frente, apertando a saída de bola adversária. No meio, dispunha de Brunella, Biel e o improvisado Jonas, como primeiro volante. Atrás, Kalil, Gué, Cauê e Alex faziam a última linha de defesa frente ao gol de Mineiro.

Embora a Santa Casa controlasse a posse de bola por mais tempo, era a Cásper que mais assustava na partida, com rápidos contra-ataques puxados por Brunella. Contudo, o meia teve que ser deslocado para a lateral-direita em virtude de uma contusão que tirou Alex nos primeiros minutos de jogo. Guiga entrou para fazer a função de armador e logo abriu o placar para os casperianos. Em cobrança de falta na entrada da área, o camisa 17 deu chute certeiro no canto superior, no contra-pé do arqueiro Faustão, e correu para o abraço.

Mesmo com a vantagem no placar, a Cásper manteve a sua postura ofensiva e continuou pressionando a Santa Casa em seu campo de defesa. Em mais um rápido contra-ataque, o cada vez mais titular Tácio achou Chocolate livre de marcação na pequena área. O xodozinho meio-amargo de RP não perdoou e anotou o segundo gol para a equipe da Paulista, com direito à comemoração ensaiada.

Os médicos até que tentavam esboçar uma reação explorando o jogo aéreo, principalmente com seu camisa 8 de dois metros e meio de altura. A estratégia, porém, se voltou contra a Santa Casa. Espiga aproveitou um rebote de bola parada e arrancou de seu campo de defesa até o gol adversário para tocar na saída do arqueiro, após se livrar de dois marcadores.

Com 3×0 no placar, antes do fim da primeira etapa, Ademas, recuou seus jogadores e pediu paciência para matar o jogo nos contra-ataques na volta do intervalo.

Os médicos da Barra Funda partiram para o tudo ou nada e acionaram o chuveirinho na área de Mineiro, que logo seria substituído por Denzel. Guiga, pendurado, também foi substituído, assim como Chocolate, Tácio e Gué. Os veteranos Lui, Negão, Rafa e Pedroso entraram para segurar o resultado e tentar ampliar a diferença de gols. Espiga teve uma oportunidade clara em cruzamento de Tácio. Seria o seu segundo gol na partida, mas o camisa 14 desperdiçou a oportunidade na cara do gol. Kalil ainda teve tempo de arriscar um chute da intermediária, mas o pequeno tripé viu a bola se perder na linha de fundo.

Sem mais forças para atacar, a Santa Casa se rendeu ao poder defensivo adversário e viu os casperianos comemorarem a sua segunda vitória na Liga Paulista.

A Cásper agora joga contra a Medicina ABC (mesma equipe que enfrentou no ano passado com apenas 7 jogadores) para decidir de uma vez por todas se vai ou não à fase final da competição.

Veja a matéria no site da Atlética Jesse Pwens.


Cásper Vence Clássico Contra a Metô: 2×1

outubro 22, 2009

Jesse Owens

Jesse Owens

Mesmo com campo em péssimas condições, equipe consegue a virada no final e segue viva na Liga Paulista

 

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

Antes da partida, corriam boatos sobre a não realização da mesma. Com um lago em cada metade do campo, a organização do torneio ameaçou adiar o clássico do Juca por não haver condições de jogo. As faculdades se reuniram e, em acordo verbal, afirmaram querer jogar mesmo assim. Tanto jogadores quanto torcida não queriam perder a viagem.

Cásper e Metô entraram em campo carregadas de motivação para a vitória. Pudera: ambas estão em situação delicada na tabela da Liga Paulista e correm o risco de não se classificar à fase decisiva da competição. O resultado da partida decidiria o futuro de ambas na competição. Como se isso fosse pouco, vale ressaltar que o encontro entre as duas é sempre um clássico cheio de rivalidade. Em 2007, a Metodista eliminou o Exército Vermelho na semifinal do Juca. No ano seguinte, os Reds conseguiram dar o troco em uma rodada da mesma Liga Paulista. Finalmente, o tira teima havia chegado.

O técnico Ademir, sem Guto, Vitor, Negão e Piu, improvisou Alex na lateral esquerda e colocou Vina, Brunella e Tácio na escalação titular. Junto a eles figuravam: Mineiro, Kalil, Jonão, Cauê, Guiga, Espiga e Cenoura. Do outro lado, os laranjas apostavam na rapidez do atacante Villa, a dupla de zaga “pesadinha” e, claro, o goleiro Nhônho.

A juíza deu o apito inicial e começou a patinação. Tamanha era a dificuldade para os atletas conseguirem se equilibrar na lama que o primeiro tempo passou com pouquíssimas oportunidades de gol. Em tentativa de cruzamento, Espiga acertou o travessão. Cenoura, com sua perigosa cabeçada quase anotou também. Do outro lado, os laranjeiros pressionavam em bolas paradas e quase chegaram ao gol, não fosse as defesas milagrosas de Mineiro. Quando as duas equipes já pareciam se conformar com o empate na primeira etapa, a Metô surpreendeu a defesa casperiana e achou um golzinho – impedido – para abrir o placar em jogada de bola parada.

Mais uma vez a Cásper se via atrás no placar. A derrota significava o “adeus” à Liga Paulista 2009. Isso finalmente fez o time acordar. Pode não ter sido a mesma vontade do Juca, mas já é um começo: o suficiente para conseguir a virada.

Ademir ordenou seus atletas a pressionarem a saída de bola adversária, além de utilizar mais as laterais (em condições “menos piores” que o resto do campo). A tática deu certo: uma triangulação entre Kalil, Espiga e Cenoura burlou a zaga pesadinha e o mesmo Espiga ficou livre para marcar: 1×1. A virada quase veio no lance seguinte, quando o meia Guiga chutou de longa distância e o goleiro Nhônho se atrapalhou, mandando a bola para a trave.

Já nos acréscimos, Jonão – que até então, batia todos os tiros de meta – foi para o meio brigar pelas cabeçadas, deixando o lugar para Gué entrar na zaga e cuidar das investidas de David Villa.
O empate enfureceu os metodistas, e os mesmos começaram exagerar na força das divididas. Infelizmente, a juíza fazia apenas vista grossa. No máximo um amarelinho aqui e ali, mas nada de expulsões. O primeiro cartão vermelho viria apenas após a virada casperiana. E que virada! O guerreiro Guiga ganhou dividida na intermediária e deu passe milimétrico para Espiga. O camisa 14 chutou do jeito que a bola veio e se beneficiou do mal posicionamento de Nhônho. A ensurdecedora Agüente foi ao delírio, para desespero e desilusão dos metodistas. Lampejo da garra do Juca ou não, pouco importava. Os casperianos comemoraram como se fosse o título.

Depois disso bastava à Cásper administrar o resultado e aguardar o apito final, que, por sinal, veio antes da hora. Vina tomou o segundo amarelo e foi expulso. O tumulto iniciou uma confusão que fez a juíza encerrar a partida para evitar maiores problemas.

O resultado de 2×1 dá três valiosos pontos aos casperianos e, quem sabe, esperanças para a classificação.

Colaborou: Paulo


FECAP leva a melhor em duelo contra a Cásper

outubro 2, 2009

 Jesse Owens

Equipes de Futebol e Futsal de ambas as faculdades criam novo clássico no esporte universitário

 

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

A tabela saiu na semana passada, indicando o que ambas as faculdades mais temiam: duelo duplo no domingo envolvendo as modalidades mais tradicionais do esporte universitário.

Futsal

Com horário marcado para as 10h00 da manhã, ambas as equipes compareceram pontualmente no ginásio da Uniban, na Zona Norte da cidade. A partida valia a liderança do grupo, na primeira fase do JUP. A Cásper, primeira colocada até então, precisava apenas do empate para garantir a liderança e pegar um rival, teoricamente, mais fraco na fase seguinte. Já a FECAP, segunda colocada, queria a vitória para assegurar a sua classificação sem depender de outros resultados.

Como de costume, a equipe da Paulista começou a partida desligada, tomando dois gols logo nos primeiros minutos de jogo. Espiga, retornando às atividades após um mês afastado, custou para entrar no ritmo da partida e acabou desperdiçando boas oportunidades para os casperianos. Mesmo assim, os G’s da Paulista, Guiga, Gabriel e Guto, se encarregaram de colocar os Reds a frente do placar na segunda etapa, com belas triangulações e contra-ataques rápidos deixando o placar em 3×2. A defesa, porém, ainda precisa recuperar a atenção. Os adversários rapidamente igualaram o placar, aproveitando uma falha de marcação.

Mesmo com o placar satisfatório, a Cásper não se satisfez e foi atrás do quarto gol que, digamos, foi uma pintura. Em bola parada próxima ao gol adversário, Guiga deu passe para Gabriel, que encontrou Guto do lado da trave sem marcação. O pequeno ala simplesmente empurrou para as redes e mandou um beijo para sua querida Gutete na comemoração. A vitória parecia estar garantida, mas um novo descuido da defesa permitiu que a FECAP chegasse ao empata mais uma vez, acabando com a festa casperiana. O arqueiro Wesley ainda tentou. Ao tentar achar Espiga na área adversária, quase acaba guardando um tento no gol da FECAP. A bola bateu no travessão.

Final do jogo: 4×4

Futebol de Campo

Logo após o apito final do futebol de salão, o elenco casperiano, com exceção de Guiga, pegou a estrada e se dirigiu ao campo da Vila São José em São Caetano. Às 13h00 tinha jogo marcado contra a mesma FECAP, desta vez valendo pela Liga Paulista.

Era o jogo dos aflitos. Ambas as equipes ocupam o fundo da tabela e se viam desesperadas por conquistar sua primeira vitória.

Com a ausência de Guiga, Piu e Jonão, os atletas Gué, Arthur e Biel saíram jogando para defender o manto vermelho. Tudo corria bem até os 20 minutos da primeira etapa. A Cásper dominava a posse de bole e criava as melhores chances de gol. Mas Bruno cometeu falta na entrada da área, recebendo o segundo amarelo e deixando sua equipe com um homem a menos. A FECAP se aproveitou da superioridade numérica e partiu para cima dos casperianos, que conseguiram se segurar até o final da primeira etapa, quando tomaram o primeiro gol.

No segundo tempo, Tácio deu lugar para Gabriel, enquanto Biel e Arthur saíram para a entrada de Espiga e Vina. A alteração deu resultado… mas só depois de outros 2 gols da FECAP.

Perdendo por 3×0, a Cásper partiu para o tudo ou nada. Chocolate entrou no lugar de Vitão para dar mais volume ao ataque e, finalmente, anotou seu primeiro gol na competição após belo passe de Espiga. “Nunca deixei de acreditar. Fui feliz desta vez e agora espero ter novas oportunidades”. Logo em seguida, Cadelão anotou o segundo gol da Cásper em escanteio cobrado por Alex. Ainda dava tempo. E ele (de novo ele!), Chocotone, com todo seu charme e carisma, mais uma vez se viu em frente ao gol adversário com a chance de empate mais clara da partida. Um petardo na trave. E o apito final do jogo logo após: 3×2 para o adversário.

“Pela mudança de atitude a equipe está de parabéns. Mas por que não jogaram a partida inteira dessa forma? Agora, teremos de nos esforçar em dobro se ainda quisermos pensar em classificação.” disse o comandante Ademir, visivelmente irritado com o resultado da partida.

A Cásper segue com apenas um ponto na Liga Paulista e precisa de pelo menos três vitórias nas próximas quatro rodadas.

Colaboraram: Paulo, Thiago e Felipe.

Veja a reportagem no site da Atlética Jesse Owens.


Cásper segura bixo-papão da Liga Paulista

setembro 24, 2009

Equipe poderia até sair vitoriosa com gol de Vina, mas cedeu o empate por 1×1

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

Na tarde deste último domingo, a equipe de Futebol de Campo enfrentou a forte equipe da Fefisa. Famosa por apresentar elencos de altíssima qualidade em qualquer modalidade e ter presença massiva de representantes na seleção da Liga Paulista, a Fefisa se viu barrada por uma Casper Líbero que começa a resgatar o espírito da equipe campeã do Juca deste ano.

Desfalcado por Cauê e Espiga, o Exército Vermelho se fechou em seu campo de defesa, prevendo as perigosas investidas da Fefisa. A tática de do técnico Ademir parecia estar dando certo no primeiro tempo e a Cásper abriu o placar em chute despretensioso de Vina. O volante (vulgo: Colete) viu o “morrinho artilheiro” livre de marcação e acertou um belo passe, na medida, para que a superfície irregular do campo da Vila São José se encarregasse de surpreender o arqueiro do ABC no contra-pé: 1×0.

A linha de três volantes composta por Negão, Piu e o próprio Vina, conseguiu segurar o ataque adversário até os 30 minutos da primeira etapa. Foi quando Guiga, erroneamente, recebeu o segundo amarelo na partida e foi para o vestiário, deixando os Reds com apenas 10 homens em campo.

Prevendo o pior, Nego Lui se levantou do banco e começou a provocar o atacante Ariel, na tentativa de eliminar a vantagem numérica adversária. Deu certo. O bate-boca dos dois foi percebido pelo bandeira, que prontamente indicou a expulsão de ambos ao juíz da partida.

Novamente com igualdade numérica, a Cásper só dependia de si para segurar o placar até o apito final. Mas antes mesmo do fim da primeira etapa a Fefisa chegou ao empate com um rápido contra-ataque pela esquerda.

No segundo tempo, a Cásper manteve a mesma postura defensiva e nenhuma das equipes conseguiu levar perigo às metas. Final: 1×1.

Resenha Pós-Jogo

Após o apito final, Negão pôde matar sua fome de gol. Contudo, ao invés de guardar uma bola nas redes, guardou o bom e velho espaguete de sua tia “Dona Negona”, que não lhe cobrou o pagamento pela refeição. O capitão Piu decidiu entrar na brincadeira também e conseguiu, assim como o artilheiro do Zimbabwe, filar uma bóia isento de cobrança (mas a sua era uma lasanha).

Já que o assunto era pechinchar, o pescador Vítor, em mais uma de suas famosas fábulas, contou sobre seu poder de persuasão para comer outros tipo de comida sem gastar um centavo sequer. Para finalizar, o prof. Ademir, com seus gritos ensurdecedores a cada gol do Grêmio, traumatizou as jovens criaturas que se aglomeravam nos arredores da Vila São José.

A equipe da Paulista entra em campo novamente no próximo domingo, dia 27/09, contra a FECAP. A partida será realizada na mesma Vila São José, às 13h00.

Colaboraram: Paulo e Gué


Bárbara e Espiga brilham no Desafio SP x PR

setembro 12, 2009

Atletas honram o nome da Cásper na Seleção da Liga Paulista e trazem para casa a medalha de ouro

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

Única convocada da Cásper para a seleção de Handebol feminino, Bárbara se aventurou entre as melhores jogadoras da competição para enfrentar as campeãs do Paraná no Clube Trieste, em Curitiba. Apesar da longa e cansativa viagem e não possuir nenhuma amiga no grupo, a jovem casperiana entrou em quadra na tarde deste último sábado com fome de bola. A atleta iniciou a partida na equipe titular e ainda deixou sua marca no placar que deu uma lavada nas paranaenses (mais de 20 gols de diferença). Babi (como gosta de ser chamada) recebeu a medalha de ouro com orgulho e comemorou bastante, mesmo tendo machucado o tornozelo esquerdo. “Adorei a viagem e a partida. Fiz muitos amigos aqui e estou super feliz!” disse a casperiana que se reapresenta à equipe da Paulista no treino desta terça-feira.

Desafio SP x PR 2009

Desafio SP x PR 2009

Futsal

Da mesma forma que ocorreu no ano passado, a decisão do placar geral do desafio foi decidida na última partida: a do Futsal. A Cásper teria três representantes na delegação da modalidade: o técnico Ademir e os atletas: Guiga e Espiga. Contudo, apenas o último se apresentou para a partida já que Ademir e Guiga tiveram de atender a compromissos profissionais e pessoais, respectivamente. O assistente Thiago, da Fefisa, assumiu o comando da seleção, que ainda contou com Parron, Marquinhos e Vitor (da Fefisa), Lucas e Luizinho (EEFE USP), Branca (FAAP) e o goleiro Paulo (FEI).

O Jogo

A partida foi realizada em dois tempos de 25 minutos corridos, jogados em ritmo alucinante. A delegação paranaense, composta pelo campeão universitário estadual, deu bastante trabalho aos paulistas e conseguiu resistir com sucesso até a metade da primeira etapa. Foi quando o ala Marquinhos, aproveitando rebote em um escanteio, abriu o placar.

No segundo tempo, o que se viu uma repetição da etapa inicial, porém com mais oportunidades para cada lado. Espiga, que parecia não se encontrar na partida, foi para o banco. Luizinho, seu substituto, foi feliz em um rápido contra-ataque e ampliou a vantagem para os paulistas: 2×0.

Com o jogo quase no fim, a equipe do Paraná começou a apelar para a violência, estourando o número de faltas. No cobrança do tiro de dez metros, Thiago colocou Espiga de volta na quadra para bater. O pivô não perdoou e acertou uma cacetada no canto superior do arqueiro adversário. Momentos depois, mais uma falta dos paranaenses. Dessa vez, Espiga deixou Parron bater e fechar o placar em 4×0, conquistando a medalha de ouro e o título do Desafio SP x PR para a Liga Paulista. “Sensacional! Dedico essa conquista à equipe do Futsal da Cásper. Todos eles mereciam estar aqui. É uma pena que o Guiga e o Ademas tenham perdido esta oportunidade.” disse o casperiano.

Campeão Desafio SP x PR 2009

Campeão Desafio SP x PR 2009

O atleta ainda deu entrevista à Liga Paulista, que você confere abaixo: