Cásper deixa Série Ouro escapar no finalzinho

junho 22, 2010

Atlética Cásper Líbero

Equipe vencia por diferença de dois gols, mas permitiu a virada da Pinheiros

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

No primeiro fim de semana pós-Juca, a equipe de Futsal casperiana voltou às quadras para enfrentar a Medicina USP, pelas semifinais da Liga Paulista. A vitória garantiria a vaga na Série Ouro da competição no semestre seguinte. A Aguante compareceu em peso no ginásio Idalina, em São Caetano, e incendiou a partida que emocionou a todos os presentes.

O Jogo
O técnico Dalton e seu auxiliar, Ladá, armaram a equipe para conter o ataque extremamente tático da Pinheiros. Marcando atrás do meio da quadra, Guiga, Cenoura, Kalil e Vina afastavam o perigo da meta de Wesley, que fez uma grande partida. A vibração no banco de reservas intimidava o adversário, relembrando a emoção passada no Juca, uma sema atrás. A Cásper foi crescendo no jogo e criando oportunidades até sair o primeiro gol. Em contra-ataque rápido, puxado por Guiga, Cenoura definiu com um belo chute, indefensável para o arqueiro da USP: 1×0.

No segundo tempo, a Medicina começou a pressionar a saída de bola da Cásper. Sem encontrar opções de passe, Guiga arriscava perigosas jogadas individuais em seu campo de defesa. Quase entregou o gol de empate de bandeja em uma delas, mas, na sequência, armou mais um contra-ataque matador para os casperianos: 2×0.

Com a diferença de dois gols no placar, ainda restava mais da metade do segundo tempo para o apito final. A Cásper continuou se defendendo como podia, mas permitiu o empate. Primeiro, um pênalti mal marcado pelo juiz permitiu que os médicos diminuíssem a diferença. Depois, um presente da defesa casperiana (gol contra) possibilitou o empate. A poucos minutos do final, o arqueiro Wesley subiu até o meio da quadra para fazer o goleiro-linha, deixando a porteira desprotegida. No contra-ataque, o arqueiro da Med-USP lançou para seu pivô escorar de cabeça para o gol vazio e fechar o placar em 3×2.

“Infelizmente perdemos para nós mesmos. Fizemos uma partida perfeita até a metade do segundo tempo. Depois entramos em desespero e permitimos a virada”, se lamentou o comandante Dalton. Agora, a Cásper só volta a jogar pela Liga Paulista novamente no segundo semestre, quando inicia novamente a caminhada até a Série Ouro da competição, da qual foi vice-campeã no ano anterior.

Colaboraram: Bambu e Lima.

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Futsal Masculino Estréia na Liga Paulista

março 25, 2010

Jesse Owens

A UFSCAR será o primeiro teste para a equipe, agora sob o comando do técnico Dalton

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

Com a equipe ainda indefinida para a estréia na Liga Paulista Universitária, Dalton tem a primeira oportunidade de observar seu novo elenco em ação. Os casperianos realizarão nesta quinta-feira o último treino antes do início da competição. “Ainda é preciso ver quais os atletas da seletiva que, de fato, tem condições de permanecer no time deste ano. Poderão haver cortes inclusive no elenco atual.” afirma o comandante.

As palavras do professor servem de aviso para que os jogadores que vêm jogando desde o ano passado não se acomodarem na situação atual. Mais de quinze atletas foram pré-aprovados na peneira realizada semanas atrás e todos eles possuem condições de defender o manto vermelho.

O jogo

Como de costume, os casperianos irão se aventurar nas proximidades da fronteira com o Uruguay (quadra da Santa Casa) para defender sua amada faculdade. A equipe jogará contra a forte UFSCAR que, em 2009, ficou apenas dois pontos atrás da Gazeta na classificação geral da modalidade. No último encontro, os casperianos conseguiram uma vitória suada que, infelizmente, não foi suficiente para garantir a classificação para a divisão principal deste ano. A Cásper, que teve campanha surpreendente ao chegar à finalíssima da Série Ouro no primeiro semestre do ano passado, espera repetir a dose nesta temporada e chegar com ótimas condições no Juca 2010. “Nunca tive tanta saudades de vestir o manto vermelho!” afirma o fixo Guiga, demonstrando sua ansiedade pelo confronto.

INFORMAÇÕES

Cásper Líbero x UFSCAR
Local: Santa Casa
Data: Domingo – 28/03
Horário: 13h00

Leia a matéria no site da Atlética.


Cásper dá mais um passeio em Sapucaí

novembro 10, 2009

Jesse Owens

Atlética Cásper

Equipe bate a Santa Casa por 3×0 e aumenta as chances de classificação na Liga Paulista

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa


O quê? A Cásper foi pro Juca de novo?  Não, caro leitor. A Cásper foi para Santo André jogar contra a Santa Casa no campo da Vila Vivaldi – que curiosamente fica em uma rua chamada Sapucaí. Mas qual será a verdade que se esconde por trás deste nome tão curioso? Cidades, vilas e até sambódromos já foram batizados com a graça de Sapucaí. E ela parece ter criado um gosto pelos guerreiros do Exército Vermelho. Na tarde deste último domingo, os reds entraram em campo e jogaram como nunca neste segundo semestre.

O jogo

Empolgados com a vitória de virada sobre a rival de Jucas, Metodista, os casperianos entraram em campo com ânimos redobrados para buscar a tão sonhada classificação. Com apenas três pontos na tabela, Ademir sabia que precisava adiantar a marcação de sua equipe para tentar chegar ao resultado desejado o mais rápido possível. Para isso, colocou em prática o 4-3-3 quem vem usando desde o primeiro semestre, com Espiga, Choco e Tácio na frente, apertando a saída de bola adversária. No meio, dispunha de Brunella, Biel e o improvisado Jonas, como primeiro volante. Atrás, Kalil, Gué, Cauê e Alex faziam a última linha de defesa frente ao gol de Mineiro.

Embora a Santa Casa controlasse a posse de bola por mais tempo, era a Cásper que mais assustava na partida, com rápidos contra-ataques puxados por Brunella. Contudo, o meia teve que ser deslocado para a lateral-direita em virtude de uma contusão que tirou Alex nos primeiros minutos de jogo. Guiga entrou para fazer a função de armador e logo abriu o placar para os casperianos. Em cobrança de falta na entrada da área, o camisa 17 deu chute certeiro no canto superior, no contra-pé do arqueiro Faustão, e correu para o abraço.

Mesmo com a vantagem no placar, a Cásper manteve a sua postura ofensiva e continuou pressionando a Santa Casa em seu campo de defesa. Em mais um rápido contra-ataque, o cada vez mais titular Tácio achou Chocolate livre de marcação na pequena área. O xodozinho meio-amargo de RP não perdoou e anotou o segundo gol para a equipe da Paulista, com direito à comemoração ensaiada.

Os médicos até que tentavam esboçar uma reação explorando o jogo aéreo, principalmente com seu camisa 8 de dois metros e meio de altura. A estratégia, porém, se voltou contra a Santa Casa. Espiga aproveitou um rebote de bola parada e arrancou de seu campo de defesa até o gol adversário para tocar na saída do arqueiro, após se livrar de dois marcadores.

Com 3×0 no placar, antes do fim da primeira etapa, Ademas, recuou seus jogadores e pediu paciência para matar o jogo nos contra-ataques na volta do intervalo.

Os médicos da Barra Funda partiram para o tudo ou nada e acionaram o chuveirinho na área de Mineiro, que logo seria substituído por Denzel. Guiga, pendurado, também foi substituído, assim como Chocolate, Tácio e Gué. Os veteranos Lui, Negão, Rafa e Pedroso entraram para segurar o resultado e tentar ampliar a diferença de gols. Espiga teve uma oportunidade clara em cruzamento de Tácio. Seria o seu segundo gol na partida, mas o camisa 14 desperdiçou a oportunidade na cara do gol. Kalil ainda teve tempo de arriscar um chute da intermediária, mas o pequeno tripé viu a bola se perder na linha de fundo.

Sem mais forças para atacar, a Santa Casa se rendeu ao poder defensivo adversário e viu os casperianos comemorarem a sua segunda vitória na Liga Paulista.

A Cásper agora joga contra a Medicina ABC (mesma equipe que enfrentou no ano passado com apenas 7 jogadores) para decidir de uma vez por todas se vai ou não à fase final da competição.

Veja a matéria no site da Atlética Jesse Pwens.


Cásper Vence Clássico Contra a Metô: 2×1

outubro 22, 2009

Jesse Owens

Jesse Owens

Mesmo com campo em péssimas condições, equipe consegue a virada no final e segue viva na Liga Paulista

 

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

Antes da partida, corriam boatos sobre a não realização da mesma. Com um lago em cada metade do campo, a organização do torneio ameaçou adiar o clássico do Juca por não haver condições de jogo. As faculdades se reuniram e, em acordo verbal, afirmaram querer jogar mesmo assim. Tanto jogadores quanto torcida não queriam perder a viagem.

Cásper e Metô entraram em campo carregadas de motivação para a vitória. Pudera: ambas estão em situação delicada na tabela da Liga Paulista e correm o risco de não se classificar à fase decisiva da competição. O resultado da partida decidiria o futuro de ambas na competição. Como se isso fosse pouco, vale ressaltar que o encontro entre as duas é sempre um clássico cheio de rivalidade. Em 2007, a Metodista eliminou o Exército Vermelho na semifinal do Juca. No ano seguinte, os Reds conseguiram dar o troco em uma rodada da mesma Liga Paulista. Finalmente, o tira teima havia chegado.

O técnico Ademir, sem Guto, Vitor, Negão e Piu, improvisou Alex na lateral esquerda e colocou Vina, Brunella e Tácio na escalação titular. Junto a eles figuravam: Mineiro, Kalil, Jonão, Cauê, Guiga, Espiga e Cenoura. Do outro lado, os laranjas apostavam na rapidez do atacante Villa, a dupla de zaga “pesadinha” e, claro, o goleiro Nhônho.

A juíza deu o apito inicial e começou a patinação. Tamanha era a dificuldade para os atletas conseguirem se equilibrar na lama que o primeiro tempo passou com pouquíssimas oportunidades de gol. Em tentativa de cruzamento, Espiga acertou o travessão. Cenoura, com sua perigosa cabeçada quase anotou também. Do outro lado, os laranjeiros pressionavam em bolas paradas e quase chegaram ao gol, não fosse as defesas milagrosas de Mineiro. Quando as duas equipes já pareciam se conformar com o empate na primeira etapa, a Metô surpreendeu a defesa casperiana e achou um golzinho – impedido – para abrir o placar em jogada de bola parada.

Mais uma vez a Cásper se via atrás no placar. A derrota significava o “adeus” à Liga Paulista 2009. Isso finalmente fez o time acordar. Pode não ter sido a mesma vontade do Juca, mas já é um começo: o suficiente para conseguir a virada.

Ademir ordenou seus atletas a pressionarem a saída de bola adversária, além de utilizar mais as laterais (em condições “menos piores” que o resto do campo). A tática deu certo: uma triangulação entre Kalil, Espiga e Cenoura burlou a zaga pesadinha e o mesmo Espiga ficou livre para marcar: 1×1. A virada quase veio no lance seguinte, quando o meia Guiga chutou de longa distância e o goleiro Nhônho se atrapalhou, mandando a bola para a trave.

Já nos acréscimos, Jonão – que até então, batia todos os tiros de meta – foi para o meio brigar pelas cabeçadas, deixando o lugar para Gué entrar na zaga e cuidar das investidas de David Villa.
O empate enfureceu os metodistas, e os mesmos começaram exagerar na força das divididas. Infelizmente, a juíza fazia apenas vista grossa. No máximo um amarelinho aqui e ali, mas nada de expulsões. O primeiro cartão vermelho viria apenas após a virada casperiana. E que virada! O guerreiro Guiga ganhou dividida na intermediária e deu passe milimétrico para Espiga. O camisa 14 chutou do jeito que a bola veio e se beneficiou do mal posicionamento de Nhônho. A ensurdecedora Agüente foi ao delírio, para desespero e desilusão dos metodistas. Lampejo da garra do Juca ou não, pouco importava. Os casperianos comemoraram como se fosse o título.

Depois disso bastava à Cásper administrar o resultado e aguardar o apito final, que, por sinal, veio antes da hora. Vina tomou o segundo amarelo e foi expulso. O tumulto iniciou uma confusão que fez a juíza encerrar a partida para evitar maiores problemas.

O resultado de 2×1 dá três valiosos pontos aos casperianos e, quem sabe, esperanças para a classificação.

Colaborou: Paulo


Cásper segura bixo-papão da Liga Paulista

setembro 24, 2009

Equipe poderia até sair vitoriosa com gol de Vina, mas cedeu o empate por 1×1

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

Na tarde deste último domingo, a equipe de Futebol de Campo enfrentou a forte equipe da Fefisa. Famosa por apresentar elencos de altíssima qualidade em qualquer modalidade e ter presença massiva de representantes na seleção da Liga Paulista, a Fefisa se viu barrada por uma Casper Líbero que começa a resgatar o espírito da equipe campeã do Juca deste ano.

Desfalcado por Cauê e Espiga, o Exército Vermelho se fechou em seu campo de defesa, prevendo as perigosas investidas da Fefisa. A tática de do técnico Ademir parecia estar dando certo no primeiro tempo e a Cásper abriu o placar em chute despretensioso de Vina. O volante (vulgo: Colete) viu o “morrinho artilheiro” livre de marcação e acertou um belo passe, na medida, para que a superfície irregular do campo da Vila São José se encarregasse de surpreender o arqueiro do ABC no contra-pé: 1×0.

A linha de três volantes composta por Negão, Piu e o próprio Vina, conseguiu segurar o ataque adversário até os 30 minutos da primeira etapa. Foi quando Guiga, erroneamente, recebeu o segundo amarelo na partida e foi para o vestiário, deixando os Reds com apenas 10 homens em campo.

Prevendo o pior, Nego Lui se levantou do banco e começou a provocar o atacante Ariel, na tentativa de eliminar a vantagem numérica adversária. Deu certo. O bate-boca dos dois foi percebido pelo bandeira, que prontamente indicou a expulsão de ambos ao juíz da partida.

Novamente com igualdade numérica, a Cásper só dependia de si para segurar o placar até o apito final. Mas antes mesmo do fim da primeira etapa a Fefisa chegou ao empate com um rápido contra-ataque pela esquerda.

No segundo tempo, a Cásper manteve a mesma postura defensiva e nenhuma das equipes conseguiu levar perigo às metas. Final: 1×1.

Resenha Pós-Jogo

Após o apito final, Negão pôde matar sua fome de gol. Contudo, ao invés de guardar uma bola nas redes, guardou o bom e velho espaguete de sua tia “Dona Negona”, que não lhe cobrou o pagamento pela refeição. O capitão Piu decidiu entrar na brincadeira também e conseguiu, assim como o artilheiro do Zimbabwe, filar uma bóia isento de cobrança (mas a sua era uma lasanha).

Já que o assunto era pechinchar, o pescador Vítor, em mais uma de suas famosas fábulas, contou sobre seu poder de persuasão para comer outros tipo de comida sem gastar um centavo sequer. Para finalizar, o prof. Ademir, com seus gritos ensurdecedores a cada gol do Grêmio, traumatizou as jovens criaturas que se aglomeravam nos arredores da Vila São José.

A equipe da Paulista entra em campo novamente no próximo domingo, dia 27/09, contra a FECAP. A partida será realizada na mesma Vila São José, às 13h00.

Colaboraram: Paulo e Gué


Ademir comanda a Seleção da Liga Paulista

agosto 6, 2009

Trabalho feito com a FEAPUC e, principalmente, com a Cásper Líbero coloca Ademir Ferreira no comando da seleção do torneio

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

Há poucos dias, o Comitê da Liga Paulista anunciou os técnicos convocados para comandar as seleções das modalidades da competição no desafio SÃO PAULO X PARANÁ. O desafio, que teve sua primeira edição no ano passado, reúne os principais atletas e comissões técnicas universitárias de cada estado para competir nas diversas modalidades do esporte universitário em um final de semana.

No caso do Futsal, a Cásper recebeu ótimas notícias: o técnico Ademir (vulgo: o Mano da Cásper) foi o nome apontado para armar a equipe da Liga Paulista no desafio. O técnico, que trabalha na Gazeta desde o início de 2007, adicionará mais esta conquista no currículo, que já conta com o título do Juca 2007, o vice do Juca 2008 e o vice da Liga Paulista 2009 (todos com a Cásper). “Tudo isso é fruto de um trabalho que só foi possível graças à dedicação dos meus atletas”, diz o comandante.

Embora Ademir faça um trabalho excepcional com a forte equipe da FEAPUC, a campanha realizada com o Exército Vermelho no primeiro semestre foi mais do que suficiente para nomeá-lo técnico da seleção. A equipe que até o ano passado servia como saco de pancadas nas competições de longo prazo (Fupe, JUP, Liga Paulista) superou todas as expectativas e chegou na finalíssima da Série Ouro.

Equipe de Futsal da Cásper

Equipe de Futsal da Cásper

O comandante agora terá duas semanas para decidir quais serão os 10 atletas que irão compor a Seleção da Liga, que se apresentará no dia 22 de Agosto. Dois jogadores da Cásper, Guiga e Espiga, estão na pré-convocação.  Eles disputarão vaga no time com outros dezessete convocados.