Andaluzia é 100%

junho 29, 2010

Atlética Cásper Líbero

Equipe espanta o fantasma dos desfalques na primeira fase e se classifica para a fase final

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

Após vencer a primeira partida no início do ano, o Andaluzia só voltou às quadras após a última semana de provas do primeiro semestre. Primeiro, um duelo decisivo contra o Jornaleiros. Depois, um reencontro com o velho rival, Breacos. Mesmo com o elenco bastante desfalcado, os europeus conseguiram chegar à nove pontos e à liderança do grupo. “Vínhamos de uma decepcionante campanha nos Jogos da Cidade. Fomos eliminados por um W.O. na última rodada da primeira fase, quando ainda tínhamos chances de classificação no torneio. Agora, a classificação na Gérson nos deixa mais próximos de um lugar na primeira divisão da Mané Garrincha”, afirmou Espigamovic.

Apesar dos habituais problemas com ausência de atletas, o Andaluzia finalmente teve o retorno do capitão Justin. O ala, afastado há mais de um ano, mostrou estar próximo da forma ideal e ainda deixou sua marca diversas vezes no marcador em ambos os jogos. “Tomamos um susto no começo do jogo contra o Jornaleiros, mas depois conseguimos acertar as jogadas e chegar à vitória” disse o pequeno canhoto após a partida.

No encerramento da rodada, quem sofreu com os desfalques foi o Breacos. Com um a menos durante toda a partida, os laranjas tentaram conter o ataque andaluz que ainda utilizava o goleiro-linha. Em ritmo de treino, a equipe espanhola marcou um atrás de outro (tomando alguns sustos) e garantiu a vaga na fase final.

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Cásper deixa Série Ouro escapar no finalzinho

junho 22, 2010

Atlética Cásper Líbero

Equipe vencia por diferença de dois gols, mas permitiu a virada da Pinheiros

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

No primeiro fim de semana pós-Juca, a equipe de Futsal casperiana voltou às quadras para enfrentar a Medicina USP, pelas semifinais da Liga Paulista. A vitória garantiria a vaga na Série Ouro da competição no semestre seguinte. A Aguante compareceu em peso no ginásio Idalina, em São Caetano, e incendiou a partida que emocionou a todos os presentes.

O Jogo
O técnico Dalton e seu auxiliar, Ladá, armaram a equipe para conter o ataque extremamente tático da Pinheiros. Marcando atrás do meio da quadra, Guiga, Cenoura, Kalil e Vina afastavam o perigo da meta de Wesley, que fez uma grande partida. A vibração no banco de reservas intimidava o adversário, relembrando a emoção passada no Juca, uma sema atrás. A Cásper foi crescendo no jogo e criando oportunidades até sair o primeiro gol. Em contra-ataque rápido, puxado por Guiga, Cenoura definiu com um belo chute, indefensável para o arqueiro da USP: 1×0.

No segundo tempo, a Medicina começou a pressionar a saída de bola da Cásper. Sem encontrar opções de passe, Guiga arriscava perigosas jogadas individuais em seu campo de defesa. Quase entregou o gol de empate de bandeja em uma delas, mas, na sequência, armou mais um contra-ataque matador para os casperianos: 2×0.

Com a diferença de dois gols no placar, ainda restava mais da metade do segundo tempo para o apito final. A Cásper continuou se defendendo como podia, mas permitiu o empate. Primeiro, um pênalti mal marcado pelo juiz permitiu que os médicos diminuíssem a diferença. Depois, um presente da defesa casperiana (gol contra) possibilitou o empate. A poucos minutos do final, o arqueiro Wesley subiu até o meio da quadra para fazer o goleiro-linha, deixando a porteira desprotegida. No contra-ataque, o arqueiro da Med-USP lançou para seu pivô escorar de cabeça para o gol vazio e fechar o placar em 3×2.

“Infelizmente perdemos para nós mesmos. Fizemos uma partida perfeita até a metade do segundo tempo. Depois entramos em desespero e permitimos a virada”, se lamentou o comandante Dalton. Agora, a Cásper só volta a jogar pela Liga Paulista novamente no segundo semestre, quando inicia novamente a caminhada até a Série Ouro da competição, da qual foi vice-campeã no ano anterior.

Colaboraram: Bambu e Lima.


Futsal dá azar na loteria

junho 7, 2010

Atlética Cásper Líbero

Equipe cai nos pênaltis contra o Mack, logo na primeira partida

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

Foi um jogo alucinante, digno de um clássico que somente a Cásper e o Mackenzie podem oferecer ao público do Juca. Muitos apontavam a partida como uma final antecipada: acertaram. Apesar de nenhuma das duas ter sido a campeã, a partida entre as faculdades mais invejadas do Juca foi, de longe, a mais emocionante.

Com as duas torcidas em peso no ginásio Gigantão, Cásper e Mackenzie entraram com força total no duelo. O estreante técnico Dalton armou os vermelhos com Wesley, Guiga, Kalil, Negão e Cenoura. Do outro lado, os tubarões traziam a mesma formação do ano passado, com a ausência do fixo Sardinha e do camisa 10, Marceu.

A partida iniciou em ritmo alucinante. Logo nos primeiros segundos, um susto para Wesley. O Mack fez rápida tabela pela esquerda e o ala chutou para fora. Ao responder, Guiga achou Cenoura livre do lado da trave do tubarão. O pivô teve apenas o trabalho de empurrar para as redes e abrir o marcador: 1×0. A diferença era magra e a Cásper sabia que, a qualquer momento, o Mack poderia empatar. Os tubarões pressionavam com jogadas individuais de Tomate, mas sempre havia um casperiano que se jogava na frente da bola e afastava o perigo. Do outro lado, os casperianos levavam perigo nos contra-ataques. Em um deles, Negão ficou cara a cara com o goleiro mackenzista. O ala de Zimbábwe fintou para a esquerda, mas o arqueiro conseguiu tirar a bola com a ponta do pé. Como quem não faz, toma, a Cásper viu o Mack empatar ainda na primeira etapa: 1×1.

Ao voltar do intervalo, a partida continuou truncada. Nenhuma das equipes queria se expor, tanto que as melhores oportunidades vinham nos contra-ataques e nas bolas paradas. Chocolate e Brunella entraram para fortalecer a defesa e impedir as investidas de Tomate pela esquerda. A Cásper se segurava em seu campo de defesa esperando a oportunidade ideal para matar a partida. Contudo, foi em uma jogada praticamente morta na linha de fundo que os casperianos desempataram. Guiga se livrou do marcador e chutou de bico. A bola espirrou na zaga e sobrou para Kalil que, do meio da rua, acertou uma paulada, sem chances de defesa para o arqueiro tubarão: 2×1. O pequeno pônei comemorou, jogando capoeira, um de seus pouquíssimos gols pela faculdade. Negão ainda teve a chance de ampliar ao encobrir o goleiro do Mack. A bola passou raspando na trave. Perto do fim, os tubarões finalmente conseguiram furar o bloqueio casperiano empatando a partida e levando a decisão para os pênaltis.

Nas cobranças, a Cásper desperdiçou as duas primeiras, enquanto o Mack confirmou as suas. A reação veio com a defesa de Wesley na cobrança de Tomate. Guiga e Negão colocaram os casperianos de volta no páreo. O Mack ainda perdeu a cobrança seguinte, levando a Aguante ao delírio, mas, infelizmente, não foi o suficiente para a Cásper que perdeu sua última cobrança.

“Gostaria muito de agradecer a todos. Esses quatro dias com vocês me fizeram sentir o que é a Cásper e o que é o futsal da Cásper! Todos me receberam bem, atletas e atlética e isso ajuda e muito a desenvolver o trabalho e teremos muito daqui a para frente” afirmou o técnico Dalton.

O exército vermelho enfrenta a Medicina USP pelas semifinais da Liga Paulista neste domingo (13/6) com grandes chances de coroar o semestre com uma vaga para a Série Ouro da competição.


Campo é terceiro colocado no Juca

junho 7, 2010

Atlética Cásper Líbero

Equipe cai diante da FAAP na semi, após golear a ECA por 6×0

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

Não foi o Juca que todos esperavam, mas nem por isso deixou de ser inesquecível. Nunca, na história da modalidade, a Cásper fez tantos gols em apenas uma partida. Nunca se viu tanta garra e determinação dos atletas casperianos. E nunca se viu tanta fúria ao final de uma partida.

Quartas de final: Cásper x ECA
Com a derrota na Liga Paulista ainda engasgada, a ECA queria dar o troco nos guerreiros casperianos. Do outro lado, o técnico Ladá não queria saber de pressão do adversário. O comandante armou sua equipe de tal forma que envolveu os comunicólogos da USP em uma goleada histórica. Munido por Guiga (17), um dos melhores em campo, e Cenoura (18), o artilheiro Vitor (22) registrou seu primeiro “hat-trick” pela Cásper, firmando-se como o principal goleador da equipe em 2010. Vina (8), de cabeça, e Cenoura (17) guardaram mais dois golaços para a equipe da Paulista, que ainda teve uma ajudinha da ECA (gol contra do zagueiro Tropeço) para completar o placar elástico de 6×0.

Protegido pelo quarteto de zaga formado por Kalil, Jonas, Conilho e Rômulo, o arqueiro Denzel teve pouquíssimo trabalho no duelo, mas mostrou segurança sempre que acionado. No meio, Paulão (que entrou no lugar do machucado Espiga), ajudou o meio de campo a anular armação das jogadas ecanas. À sua frente, Murilo Lindo se revelou o mais novo cão de guarda da Cásper. O pequeno volante (conhecido por suas bufadas) mostrou que o leão da ECA se transforma em um gato mansinho à sua frente. Tácio (9) e Pikachu (69) entraram na etapa final e desperdiçaram boas chances de ampliar o marcador. O segundo foi parado com falta dentro da área, não marcada pelo juiz. Pedroso, Brunella e Zico também entraram e justificaram a boa fase.

Semifinal: Cásper x FAAP
Antes do início da partida, dois problemas: Guiga, sem documentação, e Espiga, machucado, não podiam sair jogando. Zico (20), apontado por muitos como grande revelação do time, teve sua primeira chance como titular. Negão (13) entrou para fechar o meio de campo. O resto da escalação era a mesma da partida anterior.

No primeiro tempo, a Cásper criou poucas oportunidades de gol. A boa marcação da FAAP não dava boas condições de finalização aos atacantes Vitor e Cenoura. Em alguns contra-ataques, os mauricinhos até chegaram a assustar a meta de Denzel, mas nada com muito perigo. Na segunda etapa, Guiga entrou no lugar de Vina e deu mais fluência ao ataque casperiano. Kalil chegou perto de abrir o marcador, mas foi parado pelo arqueiro adversário. O jogo parecia caminhar para as penalidades quando a FAAP finalmente conseguiu dar o troco pela derrota de 2009. O atacante mauricinho, impedido, aproveitou o rebote de um escanteio do outro lado do campo e fez o único gol da partida, até então, dominada pelos casperianos. Os guerreiro da Paulista reclamaram da posição irregular do centro-avante adversário criando um atrito perigoso na partida. Em um lance duvidoso, que gerou uma grande confusão, o árbitro expulsou um atleta de cada equipe. Chocolate entrou no finalzinho para tentar o gol de empate, mas já era tarde demais.

A Cásper encerrou sua campanha no Juca 2010 em terceiro lugar e volta para SP com a missão de salvar o ano, bastante promissor na Liga Paulista, onde tem 100% de aproveitamento após duas partidas.

“O elenco inteiro está de parabéns. Dá um prazer do caralho ver o time se doando tanto. Amo trabalhar aqui e ainda vou conquistar o Juca pela Cásper” afirmou o técnico Ladá.

Colaborou: Tomás El Ponei


O Juca dos Injustos

junho 2, 2010

Atlética Cásper Líbero

Injusto é treinar desde Agosto do ano anterior para uma competição que dura apenas quatro dias. Quatro dias para apenas três jogos. Três jogos que podem nem ser três, no caso de uma eliminação precoce.

Injusto é sacrificar tanto. Perder tanta coisa ao longo de um ano por apenas quatro dias. Quatro dias que poderiam ser aproveitados de muitas outras maneiras. Quatro dias que irão passar num piscar de olhos. E logo se tornarão mais um ano interminável até o próximo Corpus Christi. Tudo por causa desse Juca.

É por causa do Juca que você, atleta, não vai mais escapar da DP. É por causa do Juca que o teu namoro está caindo aos pedaços. É por causa do Juca que muitos dos teus amigos te odeiam por não ter mais tempo pra eles. É por causa do Juca que você passa a semana inteira com sono no trabalho. É por causa desse maldito Juca que o teu ombro, costas, cotovelo, pulso, joelho, tornozelo e canela estão cheios de marcas e dores insuportáveis.

Injusto é ser casperiano. Maldita foi a tua escolha de faculdade na hora de prestar o vestibular. Injusto é esse vício que você tem de contar as horas até o próximo treino. E os dias até o próximo jogo. É essa ansiedade desgraçada que não te deixa dormir direito. Essa adrenalina irritante que te faz tremer toda vez que alguém menciona essa sigla maldita: JUCA

Nunca na vida você foi tão injustiçado. Nunca sofreu tanto nem ficou tão desgastado. E o maior culpado disso é você, atleta. Você que não houve seus pais quando eles reclamam dos horários dos treinos. Você que gasta todo seu salário em gasolina para jogar nos fins de semana na casa do chapéu. Você que teima em acreditar que voltará pra casa com um pedaço de metal pendurado no pescoço. Você é o mais injusto de todos nessa história. Injusto consigo mesmo.

E agora, caro atleta, você tem quatro dias para acertar as contas. Você e esse grupo de desesperados que dividem as mesmas lágrimas, as mesmas dores, as mesmas angústias e o mesmo sangue.. vocês têm míseros quatro dias para fazer todo esse sacrifício valer a pena. Sim, atleta. Você está dentro do seleto grupo que pode mudar a história de um ano inteiro e torná-lo inesquecível em apenas quatro dias.

Agora, pergunte-se: quanta gente pode se dar o mesmo luxo?

Injusto, não?

Portanto, atleta, faça justiça neste Juca:
Pelos que acreditam em você,
Pelos que sofrem como você,
E, principalmente, por você.

Duda Mendonza
Maldito e Injusto

Injusto é treinar desde Agosto do ano anterior para uma competição que dura apenas quatro dias. Quatro dias para apenas três jogos. Três jogos que podem nem ser três, no caso de uma eliminação precoce.

Injusto é sacrificar tanto. Perder tanta coisa ao longo de um ano por apenas quatro dias. Quatro dias que poderiam ser aproveitados de muitas outras maneiras. Quatro dias que irão passar num piscar de olhos. E logo se tornarão mais um ano interminável até o próximo Corpus Christi. Tudo por causa desse Juca.

É por causa do Juca que você, atleta, não vai mais escapar da DP. É por causa do Juca que o teu namoro está caindo aos pedaços. É por causa do Juca que muitos dos teus amigos te odeiam por não ter mais tempo pra eles. É por causa do Juca que você passa a semana inteira com sono no trabalho. É por causa desse maldito Juca que o teu ombro, costas, cotovelo, pulso, joelho, tornozelo e canela estão cheios de marcas e dores insuportáveis.

Injusto é ser casperiano. Maldita foi a tua escolha de faculdade na hora de prestar o vestibular. Injusto é esse vício que você tem de contar as horas até o próximo treino. E os dias até o próximo jogo. É essa ansiedade desgraçada que não te deixa dormir direito. Essa adrenalina irritante que te faz tremer toda vez que alguém menciona essa sigla maldita: JUCA

Nunca na vida você foi tão injustiçado. Nunca sofreu tanto nem ficou tão desgastado. E o maior culpado disso é você, atleta. Você que não houve seus pais quando eles reclamam dos horários dos treinos. Você que gasta todo seu salário em gasolina para jogar nos fins de semana na casa do chapéu. Você que teima em acreditar que voltará pra casa com um pedaço de metal pendurado no pescoço. Você é o mais injusto de todos nessa história. Injusto consigo mesmo.

E agora, caro atleta, você tem quatro dias para acertar as contas. Você e esse grupo de desesperados que dividem as mesmas lágrimas, as mesmas dores, as mesmas angústias e o mesmo sangue.. vocês têm míseros quatro dias para fazer todo esse sacrifício valer a pena. Sim, atleta. Você está dentro do seleto grupo que pode mudar a história de um ano inteiro e torná-lo inesquecível em apenas quatro dias.

Agora, pergunte-se: quanta gente pode se dar o mesmo luxo?

Injusto, não?

Portanto, atleta, faça justiça neste Juca:

Pelos que acreditam em você,

Pelos que sofrem como você,

E, principalmente, por você.

Duda Mendonza

Maldito e Injusto


Novela Zeca-Andaluzia perto de final feliz

maio 18, 2010

Andaluzia

Dirigentes confirmam acerto verbal com o atleta que pode defender a equipe européia após a Copa do Mundo

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa


Coxinha (ou Zeca, como gosta de ser chamado) iniciou sua carreira na Cásper em 2009. Foi cortado da equipe de Futsal mas voltou no ano seguinte decidido a ficar no time. Integrante da seleção de Futsal que defenderá a Atlética Jesse Owens no Juca 2010, Zeca despertou interesse nos dirigentes do Andaluzia após uma série de boas atuações entre treinos, amistosos e partidas oficiais deste ano. “Seu desempenho no campeonato interno também ajudou bastante. Ele é decisivo e pode adicionar bastante ao elenco andaluz” afirmou uma fonte interna do Andaluzia que não quis revelar a identidade.

Zeca afirma que está empolgado com a soldagem, mas mantém os pés no chão: “Agora eu só quero pensar no Juca. Venho me preparando para isso desde o começo do ano e espero poder ajudar a Cásper a conquistar mais um título. O que vier depois será consequência.”.

Já eliminado da Copa Gérson, o Real Madruga, atual time do atleta, despontou no ano passado como finalista da Mané Garrincha. Apesar de não repetir o mesmo desempenho nesta temporada, demonstrou poder competitivo para sonhar alto no segundo semestre. “Fico feliz por ter ajudado a equipe a chegar tão longe” afirma Zeca.

O empresário do atleta deve se reunir com os dirigentes do clube europeu na primeira semana após o Juca para acertar a papelada e agendar a apresentação oficial do atleta no CT Claudinha Leite.

Colaborou: J. Florence


Andaluzia estréia nos Jogos da Cidade com vitória

maio 17, 2010

Equipe desfalcada derrotou o atual campeão regional por 4×2

Duda Mendonza
Assessoria de Imprensa

Na manhã do último domingo, 16/5, os andaluzes tiveram que acordar cedo para fazer sua partida de estréia pelos Jogos da Cidade. Desfalcada (grande parte da equipe foi convocada para defender a seleção de futsal da Cásper Líbero na Liga Paulista Universitária), a equipe do velho continente jogou os dois tempos inteiros com os mesmos cinco jogadores: Ladá, Mailão, Negão, Espiga e Peñarol.

Do outro lado, a equipe dos Boleiros da Saúde, atual campeã regional da Sub-Prefeitura da Vila Mariana, previa uma partida fácil. Generosos, os Boleiros permitiram uma tolerância de 25 minutos de atraso para que Peñarol pudesse chegar e completar o elenco andaluz.

O Jogo
Sem nenhuma troca no banco de reservas, o Andaluzia se fechou em seu campo de defesa para dificultar o jogo do adversário o máximo possível sem se cansar muito. Ladá, improvisado na posição de goleiro (o arqueiro titular Nill não compareceu sem prévio aviso), fez milagres quando a muralha erguida por Mailão, Espiga e Negão não funcionava. O único posicionada à frente da intermediária era o pivô Peñarol que, juntamente com Espiga, puxava os contra-ataques da equipe espanhola. Contudo, foi dos pés de Negão que saiu o primeiro gol da partida. O ala de Zimbábue acertou um belo chute cruzado de direita após se livrar do marcador perto da linha lateral.

O gol surpreendeu os Boleiros que partiram para cima em busca do empate. Embora controlasse a maior parte da posse de bola, a equipe da Saúde não conseguia achar espaços para finalizações com qualidade. Espiga e Mailão cansaram de tomar boladas (em uma delas, Mailão chegou a ficar sem ar após defender chute com o estômago) e Ladá demonstrou ter reflexos de sobra para defender a porteira andaluz.

O Andaluzia continuou explorando os contra-ataques e conseguiu ampliar a vantagem com Espiga. O ala partiu em velocidade pela esquerda e, após bate-rebate com o goleiro, acertou um voleio com o gol vazio: 2×0. A reação dos Boleiros veio logo em seguida ao aproveitar um passe errado do Andaluzia, que utilizava o goleiro-linha: 2×1.

Ainda antes do fim da primeira etapa, Espiga recebeu o cartão amarelo por cometer falta perigosa no ala adversário. Inconformado, o camisa 14 deu o troco com um belo gol de bola parada. Negão cobrou falta rasteira pela direita e Espiga acertou uma paulada de primeira no ângulo do arqueiro da Saúde. O gol deu mais tranquilidade para a equipe, que foi para o intervalo com dois gols de diferença.

Ao voltar para a etapa final, o Andaluzia veio determinado a impor seu domínio na partida. Logo no primeiro lance, os europeus fizeram uma jogada ensaiada com o goleiro-linha Ladá. O vocalista da banda Skank fez belo lançamento para Peñarol que girou para cima do defensor e acertou um belo passe para Espiga, livre de marcação e do lado da trave. Este teve apenas o trabalho de empurrar a bola para as redes e sair para o abraço: 4×1.

O que se viu no restante da partida foi praticamente uma reprise da primeira etapa. Os Boleiros continuaram controlando a posse de bola, mas sem criatividade para furar o forte bloqueio andaluz. Já os espanhóis procuravam gastar o tempo usando o goleiro-linha e tentando matar o jogo nos contra-ataques. Peñarol e Espiga perderam duas oportunidades claras de gol. Nas duas situações poderiam ter passado a bola para o colega melhor posicionado, mas erraram na conclusão.

A poucos minutos do fim, a equipe da Saúde ainda conseguiu diminuir o placar para 4×2, mas logo viu suas chances de reação serem frustradas pelo apito final do juiz.

Graças à vitória, o Andaluzia deu um grande passo rumo à classificação (apenas o líder de cada grupo avança para a próxima fase). “Vencer na estréia é muito importante numa competição como essa. Ainda mais quando é contra a equipe considerada a mais forte do grupo.” afirmou o comandante Espigamovic. A equipe espanhola entra em quadra novamente já no próximo fim de semana contra o Vila Mariana F.A. “Será o jogo mais importante desta primeira fase, pois definirá quem terá chances de se classificar e quem ficará de fora da briga” prevê Ladá.

Ficha Técnica:
Gols:
Espiga (3) e Negão (1) – Andaluzia
Jordy (1) e Crouch (1) – Boleiros
Cartão Amarelo: Espiga – Andaluzia
Arbitragem: Ruim
Público: Espiguete

Andaluzia estréia nos Jogos da Cidade com vitória

Equipe desfalcada derrotou o atual campeão regional por 4×2

Duda Mendonza

Assessoria de Imprensa

Na manhã do último domingo, 16/5, os andaluzes tiveram que acordar cedo para fazer sua partida de estréia pelos Jogos da Cidade. Desfalcada (grande parte da equipe foi convocada para defender a seleção de futsal da Cásper Líbero na Liga Paulista Universitária), a equipe do velho continente jogou os dois tempos inteiros com os mesmos cinco jogadores: Ladá, Mailão, Negão, Espiga e Peñarol.

Do outro lado, a equipe dos Boleiros da Saúde, atual campeã regional da Sub-Prefeitura da Vila Mariana, previa uma partida fácil. Generosos, os Boleiros permitiram uma tolerância de 25 minutos de atraso para que Peñarol pudesse chegar e completar o elenco andaluz.

O Jogo

Sem nenhuma troca no banco de reservas, o Andaluzia se fechou em seu campo de defesa para dificultar o jogo do adversário o máximo possível sem se cansar muito. Ladá, improvisado na posição de goleiro (o arqueiro titular Nill não compareceu sem prévio aviso), fez milagres quando a muralha erguida por Mailão, Espiga e Negão não funcionava. O único posicionada à frente da intermediária era o pivô Peñarol que, juntamente com Espiga, puxava os contra-ataques da equipe espanhola. Contudo, foi dos pés de Negão que saiu o primeiro gol da partida. O ala de Zimbábue acertou um belo chute cruzado de direita após se livrar do marcador perto da linha lateral.

O gol surpreendeu os Boleiros que partiram para cima em busca do empate. Embora controlasse a maior parte da posse de bola, a equipe da Saúde não conseguia achar espaços para finalizações com qualidade. Espiga e Mailão cansaram de tomar boladas (em uma delas, Mailão chegou a ficar sem ar após defender chute com o estômago) e Ladá demonstrou ter reflexos de sobra para defender a porteira andaluz.

O Andaluzia continuou explorando os contra-ataques e conseguiu ampliar a vantagem com Espiga. O ala partiu em velocidade pela esquerda e, após bate-rebate com o goleiro, acertou um voleio com o gol vazio: 2×0. A reação dos Boleiros veio logo em seguida ao aproveitar um passe errado do Andaluzia, que utilizava o goleiro-linha: 2×1.

Ainda antes do fim da primeira etapa, Espiga recebeu o cartão amarelo por cometer falta perigosa no ala adversário. Inconformado, o camisa 14 deu o troco com um belo gol de bola parada. Negão cobrou falta rasteira pela direita e Espiga acertou uma paulada de primeira no ângulo do arqueiro da Saúde. O gol deu mais tranquilidade para a equipe, que foi para o intervalo com dois gols de diferença.

Ao voltar para a etapa final, o Andaluzia veio determinado a impor seu domínio na partida. Logo no primeiro lance, os europeus fizeram uma jogada ensaiada com o goleiro-linha Ladá. O vocalista da banda Skank fez belo lançamento para Peñarol que girou para cima do defensor e acertou um belo passe para Espiga, livre de marcação e do lado da trave. Este teve apenas o trabalho de empurrar a bola para as redes e sair para o abraço: 4×1.

O que se viu no restante da partida foi praticamente uma reprise da primeira etapa. Os Boleiros continuaram controlando a posse de bola, mas sem criatividade para furar o forte bloqueio andaluz. Já os espanhóis procuravam gastar o tempo usando o goleiro-linha e tentando matar o jogo nos contra-ataques. Peñarol e Espiga perderam duas oportunidades claras de gol. Nas duas situações poderiam ter passado a bola para o colega melhor posicionado, mas erraram na conclusão.

A poucos minutos do fim, a equipe da Saúde ainda conseguiu diminuir o placar para 4×2, mas logo viu suas chances de reação serem frustradas pelo apito final do juiz.

Graças à vitória, o Andaluzia deu um grande passo rumo à classificação (apenas o líder de cada grupo avança para a próxima fase). “Vencer na estréia é muito importante numa competição como essa. Ainda mais quando é contra a equipe considerada a mais forte do grupo.” afirmou o comandante Espigamovic. A equipe espanhola entra em quadra novamente já no próximo fim de semana contra o Vila Mariana F.A. “Será o jogo mais importante desta primeira fase, pois definirá quem terá chances de se classificar e quem ficará de fora da briga” prevê Ladá.

Ficha Técnica:

Gols: Espiga (3) e Negão (1) – Andaluzia

Jordy (1) e Crouch (1) – Boleiros

Cartão Amarelo: Espiga – Andaluzia

Arbitragem: Ruim

Público: Espiguete